Josadak Marçola

Elementos a considerar num plano e programa do PPCP

O principal processo de negócio de uma empresa é o processo de atendimento do pedido de venda. Uma empresa existe porque tem cliente. Mas existem outras partes interessadas. Existem outros elementos que participam do ecossistema. E devem ser atendidos. As empresas e os projetos têm diversas partes interessadas – Clientes / Fornecedores / Funcionários / Acionistas / Governo / Comunidade / entre outros. Dentro da empresa também. Existem diversas áreas interessadas que sofrem influência direta dos planos e programas do PPCP – Marketing / Vendas / Suprimentos / Produção / Manutenção / etc, nas suas atividades diárias. Logo, ter coerência vertical e horizontal nos planos e programas, considerando objetivos conflitantes que coexistem num ambiente de trade-off (utilização x estoque x custo x disponibilidade x perda) é essencial para resultado adequado, crescente e permanente da organização. Assim, de forma macro, o PPCP deve considerar os seguintes elementos: Existem outros fatores e dimensões que estão presentes na equação. Por exemplo, layout, níveis da estrutura do produto, número de SKU, complexidade do roteiro de fabricação, lead time, etx. Mas isso é assunto para outros textos. Agradeço a leitura. Se você achou esse texto útil, siga-me para receber outras postagens sobre #PCP e Gestão de Operações. Josadak Marçola #pcp #ppcp

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Estruturação do PCP Central em empresas multiplantas

A maciça maioria das empresas de médio e grande porte possuem unidades fabris distintas, localizadas geograficamente em diferentes regiões, sendo essas localizações escolhidas por questões logísticas e estratégicas. Essa situação caracteriza um ambiente MULTIPLANTA. Nesse tipo de ambiente – MULTIPLANTA – é recomendado implantar conceito de CENTRO DE SERVIÇOS COMPARTILHADOS (CSC), com a função de CENTRALIZAR as atividades comuns as organizações do grupo, com equipe especializada para essa operação. E o PCP também se enquadra nesse contexto. Surge então o #PCP CENTRAL ou #PCP CORPORATIVO, num nível gerencial, comumente respondendo ao #Diretor de Operações (#COO). A ideia é realizar as atividades de Planejamento da Produção – Plano Agregado de Produção, Plano Mestre de Produção (MPS), Plano de Capacidade de Médio e Longo Prazo estratégia de resposta a demanda e planejamento dos estoques no tempo dos itens comprados e produtos acabados. Já as atividades de planejamento de materiais para encomendas, abertura de ordens de produção, programação, execução, apontamento e controle de produção, são descentralizadas e realizadas pelo time de cada unidade fabril. Logo, deve ocorrer um redesenho da estrutura organizacional do PCP, com novas descrição de funções e atribuições, matriz de competência e qualificação, e programas de capacitação requeridos para essa nova função que passa a existir. Para tanto algumas condições são mandatórias: Mesmo para empresa que estão geograficamente no mesmo site, mas aplicam conceito de fábricas autônomas, essa modelagem é válida. Já fizemos diversos projetos com essa aplicação. Agradeço a leitura. Se você achou esse texto útil, siga-me para receber outras postagens sobre #PCP e Gestão de Operações. Josadak Marçola

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Em programação da produção 1 + 2 + 3 é diferente de 3 + 2 + 1

Na aritmética, que é o ramo básico da matemática, existe um axioma para a operação fundamental de SOMA, refletido na propriedade comutativa, que afirma “A ordem dos fatores não altera do resultado da função ADIÇÃO, ou seja, a + b = b +a. Mas em aplicações de #sequenciamento da produção e #programação da produção esta regra não é aplicada. A figura atachada, para três ordens de produção (verde – vermelha – laranjada), com três operações (10 – 20 – 30), em três máquinas (M1 – M2 – M3), num processo flow shop (sempre da M1 para M2 e depois para M3) mostra que em termos de duração da programação, a alternativa 2 é a melhor. A ordem com que as tarefas e operações – Jobs – afetam diretamente o resultado final, em diferentes dimensões – duração da programação (#makespan), ocupação dos recursos no tempo, data de entrega do pedido, inventário em processo, tempo e set-up, entre outros. Essa ordem é determinada pelos #heurísticos de sequenciamento e programação, tornando disponível cenários distintos para alocação de tarefas (operações) das ordens de produção abertas nos recursos produtivos no tempo. Tal ação trará resultados diferentes. Desde modo, existirão resultados distintos para diferentes regras de programação: maximização da pontualidade, minimização do setup, diminuição de inventário em processos, entre outros. A escolha desses cenários ocorre em função do ambiente produtivo, época do ano, características do processo produtivo, complexidade da estrutura do produto, estratégia de resposta a demanda, etc. Promover a simulação, advinda da construção de cenários, e posterior comparação desses cenários é primordial nos dias atuais. Quem tem uma alternativa só não tem escolha. Josadak Marçola

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A implantação do ERP e O Vale do Desespero

Em nossos Projetos de Implementação e Revitalização de #ERP, #APS, #MES, #WMS, entre outros sistemas, que seja como como gerente de projetos, coordenador de suíte ou usuário-chave de módulos de grandes módulos de ERP, como é recomendado, acompanhamos a Fase de virada do sistema (go live) e depois efetuamos o acompanhamento e suporte da fase de produção por um determinado período. É comum que na implantação (posto em marcha) um novo sistema ou método de trabalho, fruto de um projeto de implementação, como ERP, APS, MES, WMS, PLM, PDM, entre outros, haja uma queda momentânea no desempenho das atividades. É importante considerar duas dimensões: AMPLITUDE e TEMPO. A queda não pode ser nem profunda nem extensa. E além disso, o novo sistema, após estabilizado, deve apresentar produtividade superior ao momento inicial (t=0). Uma breve analogia, amarrada a implementação de ERP: É importante conduzir a implantação para cenário 3, e trabalhar para diminuir o impacto do risco, focando em disponibilidade e atitude para corrigir prontamente os problemas quando ocorrerem. Josadak Marçola

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A evolução do ERP – do MRP Bruto ao Cloud ERP II

Se existe uma técnica que promoveu grande modificação na forma de se efetuar gestão de materiais e operações foi o #MRP (Material Requirements Planning) Seu processo evolutivo, gradativo, cumulativo e inclusivo, deste o MRP Necessidade Bruta até o ERP II Cloud, acompanhando mudanças de comportamento no mercado consumidor e fornecedor, novas tecnologias de informação, comunicação e gestão são mostrados na figura abaixo. Algumas rápidas considerações para contextualização da figura: O qual será o futuro do ERP? O que esperar? Independente do que possa ocorrer, algumas palavras-chave estão presentes na solução: integração, colaboração, automação, mobilidade, simulação. Josadak Marçola

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Interação entre PCP, a revolução industrial e os paradigmas de produção

Uma REVOLUÇÃO ocorre quando uma mudança de grande magnitude ocorre num curto intervalo de tempo. Voltando a história. Já PARADIGMA, que é um modelo ou padrão de atuação, e no caso PARADIGMA DE PRODUÇÃO,  delineia como a empresa atende a nova demanda e comportamento do mercado para desenvolver, produzir, vender e entregar os produtos. Assim os 4 principais paradigmas são: A figura mostra essas revoluções, e respectivos paradigmas de manufatura, e seu posicionamento frente ao espectro volume-variedade no tempo. Quem MANDA É A DEMANDA, e o #PCP para ser efetivo deve estruturar com base na #demanda, considerando: Depois, é que haverá escolhas, como estratégia de resposta a demanda, sistemas de coordenação de ordem, técnicas de planejamento de capacidade, métodos e heurísticos de #programação, entre outros. Josadak Marçola

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Somente ocorre aumento do nível de estoque com suficiência de capacidade produtiva

É comum encontramos situações abaixo nas empresas de manufatura: Olhar o fluxo e cadeia produtiva (interna / externa) alinhada e sincronizada com término do produto acabado (MTS) e término do pedido de venda com n produtos (MTO), para usar bem a capacidade produtiva é essencial. Fazer PCP é ATIVAR CORRETAMENTE os recursos no tempo. Josadak Marçola

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Siglas para nomear Planejamento e Controle da Produção

A função Planejamento e Controle da Produção é identificada por diversas siglas: O primeiro termo, Clássico. A maciça maioria dos livros, artigos científicos e departamento utilizam esse nome. Curto e completo. Entende que programação é um plano detalhado e que materiais é um recurso transformado dentro do modelo de produção. Promove a palavra programação para compor o nome da área. Sigla mais recente, que objetiva dar ênfase a atividade de sequenciamento e programação, que possui outra importância atualmente em razão do aumento do mix de produtos e produção sob encomenda. De modo análogo, promove materiais para o nome, para formar a sigla. Pretende realçar a importância do planejamento e controle de materiais e produção. Utilizado por empresas voltadas a projeto, que atuam em segmentos de construção civil e montagem industriais, no ambiente puramente #ETO. Termo aplicado a função em empresas de #varejo e #serviços, que não possui o processo de transformação físico de materiais em produto acabado. Mas atenção. #PCM é Planejamento e Controle de Manutenção. Aqui a letra M não é de Materiais. Josadak Marçola

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Mapa Mental do Planejamento e Controle da Produção (PCP)

Mapa mental é um diagrama elaborado a partir de um tópico central, que progressivamente é ampliado em diferentes ramificações, a medida que ocorre desdobramento e detalhamento da ideia a ser abordada. É uma ótima ferramenta para ensino, aprendizado e apresentação de projetos, pois o conhecimento é estruturado em palavras-chaves, com cores, figuras, imagens e relacionamentos. Particularmente, aplicamos este conceito em aulas, treinamentos e apresentação dos projetos de consultoria para as empresas. Mas o propósito aqui é falar de Planejamento e Controle da Produção (PCP), sendo o #mapamental uma ferramenta para esse texto. A figura abaixo mostra um mapa mental de nossos projetos de consultoria, em ambiente de estratégia de resposta a demanda híbrido – #MTS, #ATO, #MTO e #ETO– para os diversos tipos de componentes – matéria-prima / componentes comprados / produto intermediário / produto acabado. Nos próximos post haverá desdobramento destas ramificações de primeiro nível. Acompanhe. Josadak Marçola

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A Lista de Materiais como elemento de integração

Uma empresa existe porque há clientes. Uma empresa é formada por um grande conjunto de processos de negócio que interagem entre si no tempo. O principal processo de negócio de uma empresa é atendimento do pedido do cliente. E o grande elemento de amarração desses processos de negócios é a lista de materiais. É a lista de materiais que promove integração e a passagem de informação, desde da pré-venda e orçamentação, até a expedição e montagem do produto no campo. Se a lista não estiver adequada ao ambiente produtivo e com baixa acuracidade, diversos problemas ocorrerão: Estruturar adequadamente a lista de materiais é fundamental Josadak Marçola

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PPCP no tempo com ERP e MES e APS

Uma dimensão chave no planejamento é o #TEMPO. Além dos pronomes interrogativos “O QUE” e “QUANTO” o PPCP sempre deve responder a pergunta “QUANDO”. QUANDO está diretamente realizado a lead time (dias), prazo (data) e pontualidade (OTD – on time delivery e aderência). Depois de elaborar o plano (PLANEJAR), detalhá-lo em tarefas (PROGRAMAR) deve-se acompanhar planos e tarefas (CONTROLAR). Necessário para corrigir desvios durante a execução. Logo, o #PPCP deve trabalhar considerando o tempo passado – presente – futuro, ou seja: Note que essas funções se completam. Por isso, precisam de sistemas includentes, complementares e integrados Logo: Note o papel integrador do ERP, desempenhando seu papel de sistema integrado de gestão nestas 3 funções. Observe tal afirmação na figura, além de verificações ações principais executadas por #ERP – #MES – #APS. Josadak Marçola 25/09/2023

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PCP Da coleta de Dados até o Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

Na última semana estava preparando dois textos sobre “Interação entre #ERP #APS #MES” e “Evolução do #PCP e Inteligência Artificial”. Ao fazer pesquisa em bases de artigos científicos e internet, encontrei algumas textos e figuras interessantes, que irei comentar com pequenos textos, efetuar algumas modificações e compartilhar com vocês. A figura de hoje está no link: https://www.anasoft.com/emans/en/home/news-blog. Interessante fazer a leitura. Algumas observações: Quer rodar MRP bem? Acerte lista de material e acuracidade de estoque. Quer reduzir tempo de set up via programação no APS? Corrija matriz de set-up. Quer acompanhar evolução correta do OEE? Acerte apontamento na operação da ordem de produção em cada máquina. Quer treinar modelos e melhorar desempenho dos algoritmos de IA? Invista na precisão e confiabilidade dos dados. Josadak Marçola

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PCP As grandes Interações entre ERP APS MES

Um sistema #ERP é composto por módulos integrados que se comunicam e compartilham um banco de dados comum. Desempenha o papel de sistema repositório de dados. Cada módulo do #ERP é especializado numa função empresarial, estão todos interligados e utilizam os mesmos dados para executar suas atividades diárias. Exemplos de módulos – Contabilidade, Qualidade, Recursos Humanos, Materiais, Vendas, etc . Mas os ERPs não atendem plenamente a dinâmica e as especificidade do ambiente produtivo e chão de fábrica. Surgem então APS e MES. Os sistemas #APS (Advanced Planning and Scheduling Systems), fazem o sequenciamento das ordens de produção e geram programas de produção realistas, ao respeitar a capacidade efetiva dos recursos produtivos no tempo, a existência de restrições operacionais, as volume e variações de demanda e as políticas de atendimento da empresa. Já o #MES (Manufacturing Execution Systems) é um sistema centrado no gerenciamento das atividades de produção, e tem como função efetuar uma ligação entre planejamento e chão de fábrica, para facilitar controle de produção e correção de desvio entre planejado e realizado. Coletam dados, e geram informações precisas em tempo real do processo de transformação que ocorre na fábrica. Esses sistemas – ERP / APS / MES – coabitam o mesmo ecossistema. São complementares e não excludentes. A interação é frequente. A troca de dados e informações ocorre a todo instante, nos mais variados tópicos (cadastro, lista de material, desenho, roteiro, inventário, qualidade, apontamento, etc), como mostra figura. Cabe ressaltar APS e MES POTENCIALIZAM o uso do ERP. Mas devem estar plenamente integrados. INTEGRAÇÃO é estrela de primeira grandeza. E quanto falamos de integração, falamos de dados. Então, cuide muito bem QUALIDADE dados. Josadak Marçola

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PCP Pilares para funcionamento do ERP MRP APS MES

Os quatro sinais  – frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial e temperatura – estão para a saúde do ser humano, assim como os seis pilares de sustentação do PCP estão para o bom funcionamento do ERP, MRP, APS e MES. A 1ª ação numa consultar médica e obter estas medidas para fazer diagnóstico inicial, ministrar tratamento, observar tendências e fazer acompanhamento do quadro clínico. De modo análogo, em nossos projetos de consultoria em PCP procedemos a análise inicial dos 6 pilares fundamentais: Esses pilares são detalhados em elementos. Você quer que o ERP funcione corretamente? Deseja rodar o #MRP e acreditar piamente na Ordens de Produção e Solicitação de Compra geradas? Almeja ter alta aderência na programação da produção e altos índices de pontualidade? Confiar no avanço físico das ordens de produção? Invista na qualidade e completude dos dados requeridos por cada elemento. Não adiante dizer que perdeu dinheiro com #ERP. Que vai calcular necessidade de materiais no Excel. Que vai desativar APS e parar de pagar manutenção. E só usar o MES para apresentar o #OEE, só para dizer que tem OEE. Sem os pilares os sistemas não se sustentam. Josadak Marçola

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PCP Conhecimentos Técnicos mais Habilidades Comportamentais

Um bom profissional de PCP – planejador mestre, planejador de encomendas, planejador de materiais, programador da produção, controlador de produção, etc – deve ter conhecimentos técnicos e habilidades comportamentais. Os #conhecimentostecnicos devem ser estruturados como sequência abaixo, com alguns pequenos exemplos: Como #habilidadescomportamentais é necessário que possua: Essas #competências são complementares e não excludentes, e ambas são importantes para o profissional de PCP. Josadak Marçola

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PCP Plano Mestre de Produção (MPS) nivelado

Tua empresa tem problemas de concentração de pedidos no final do mês? Encontra dificuldade para cumprimento de prazo de entrega? No final do mês faz excesso de hora extra? No início do mês ociosidade e banco de horas? Talvez esteja trabalhando no mundo dos custos, e não no mundo dos ganhos. Ler Goldratt, Corrente Crítica. A figura mostra um exemplo de projeto de consultoria em PCP realizado, onde esses impactos são minimizados. Adotou-se o uso das seguintes práticas: Importante ressaltar, que isso se faz através do Plano Mestre de Produção (MPS), que dirige o detalhamento dos demais planos detalhados, auxiliando a promover integração e sincronismo entre as demais funções no tempo. Funções como suprimentos, planejamento de materiais, planejamento da produção, programação, almoxarifado, abastecimento, apontamento, entre outras são favorecidas por tal ação. Josadak Marçola

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Gestão de Estoques – Dimensões a considerar

A gestão de estoques é fundamental para a saúde financeira e operacional da empresa. É complexa, pela quantidade de itens, incertezas de demanda e fornecimento, pontos da cadeia suprimentos, alterações de lead time, novos produtos, etc. E além de tudo, para ser feita com excelência deve considerar várias dimensões. E, para completar, a MODELAGEM deve ser MULTIDIMENSIONAL, ou seja, considerar a relações e a intensidade da força das relações das múltiplas dimensões. Essa MODELAGEM serve para: As dimensões são separadas em OBRIGATÓRIAS e COMPLEMENTARES. O uso de modelo melhora muito o resultado da Gestão de Materiais. Melhorias sensíveis são obtidas em nível de serviço, lead time de atendimento, giro, cobertura, obsolescência, entre outros. Nos nossos projetos de consultoria em Planejamento e Controle da Produção (#PCP), em que gestão de estoque faz parte do escopo, estes MODELOS MULTIDIMENSIONAIS são desenvolvidos. Josadak Marçola

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PCP Gestão de Estoques – Classificações ABC considerando LEAD TIME

Quer reduzir estoque? Reduza o lead time. A relação é praticamente direta – 1 para 1. Diminua lead time pela metade que o estoque se reduz pela metade. Então porque não considerar lead time na definição da estratégia de resposta a demanda -para estoquem(#MTS) ou para encomenda (ATO, MTO, ETO), para definição dos sistemas de coordenação de ordens (2 gavetas, kanban, reposição contínua, etc) e no cálculo dos parâmetros de estoque (ponto de pedido, lote e estoque de segurança). Veja abaixo RELAÇÃO CRUZADA DE CLASSIFICAÇÕES (interessante ler post anteriores): A figura abaixo mostra um pequeno recorte – ilustrativo de aplicações feitas em projetos de Gestão de Estoques. São análise feitas em nos nossos projetos de consultoria em Planejamento e Controle da Produção (PCP), em que planejamento de estoque faz parte do escopo. Josadak Marçola

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