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PCP Plano Mestre de Produção (MPS) – entrada, processamento e saída

O Plano Mestre de Produção (MPS) é o principal produto do Planejamento e Controle da Produção (MPS). Como todo produto e/ou sistema, é fruto de um processo. Um processo de transformação de informação. Todo e qualquer processo de transformação de informação possui(1) entrada (2) transformação (3) saída no eixo horizontal, e (4) normas, instruções, políticas e (5) dados técnicos e gerenciais. A figura abaixo mostra a aplicação desse conceito nos nosso projetos de consultoria de PCP que contem no escopo elaboração de MPS. Josadak Marçola

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PCP Plano Mestre de Produção (MPS) e riscos de execução

Quer seja no Plano Mestre de Produção (MPS) como no Plano de Montagem Final (FAS – Final Assembly Schedule), notadamente para empresas de trabalham em estratégia de resposta a demanda sob encomenda (ATO – MTO – ETO). Muitas dessas encomendas possuem riscos associados a não execução do plano. Esses riscos devem ser categorizados e ligados aos pedidos que apresentam essa possibilidade. É recomendado que tal medida seja aplicada ao período congelado e período planejado do plano, para identificar riscos de não execução e quantificar valores de entrega com probabilidade de não ocorrer. Cabe lembrar que MPS – FAS, estão associados ao Plano Orçamentário e DRE das companhias. Logo abaixo exemplo de aplicação de riscos de não execução do MPS aplicado nos nossos projetos de consultoria em Planejamento e Controle da Produção (#PCP). Josadak Marçola

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PCP Plano Mestre de Produção (MPS) e motivos de não-cumprimento

Após planejar deve-se controlar. Controlar é mais do que monitorar. Plano Mestre de Produção (MPS) é posto em marcha, e acompanhamento é feito durante seu ciclo de execução. Desvios devem ser identificados e corrigidos durante o período vigente. Logo após o encerramento do período, é necessário proceder o cálculo do cumprimento do Plano Mestre de Produção (MPS) – total e por linha de produto. Também é necessário identificar os códigos motivos de não cumprimento – período a período – na forma de Pareto, e utilizar essa informação para auxiliar a elaboração e execução dos MPS para os próximos períodos. Logo abaixo exemplo de aplicação de motivos de não cumprimento de MPS aplicado nos nossos projetos de consultoria em PCP. Josadak Marçola

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PCP Plano Mestre de Produção (MPS) e tipos de intervalo de planejamento

Todo e qualquer plano, depois de elaborado deve ser posto em execução. O mesmo acontece com o #PlanoMestredeProdução (#MPS). Após o delineamento do MPS (1) unidade de planejamento (2) horizonte de planejamento (3) frequência de replanejamento (4) horizonte rolante, deve-se definir os tipos de intervalo de planejamento. Note que em todos os parâmetros existe o termo TEMPO. O MPS está inserido num ambiente DINÂMICO, e a medida que o tempo avança o MPS altera-se. Mas como tratar essa questão com um mínimo de estabilidade? Definindo tipos de intervalo de planejamento e relacionando ações a esses intervalos de planejamento. Logo: A figura abaixo apresenta de forma gráfica e resumida um pequeno exemplo de aplicação, utilizada em nossos projetos de consultoria em Planejamento e Controle da Produção (PCP), e posteriormente parametrizado e configurado nos Sistemas Integrados de Gestão (ERP) e Sistemas Avançados de Planejamento (APS) das companhias. Josadak Marçola

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PCP Plano Mestre de Produção (MPS) e horizonte rolante de planejamento

O MPS não é executado exatamente como na sua forma original, na revisão zero. Embora sejam elaborados para um horizonte de planejamento de médio para longo prazo (geralmente de 6 a 12 meses), replanejamento ocorre frequentemente e alterações devem ser feitas. Essas alterações são disparadas para correção dos erros de previsão de vendas ocorridos no período finalizado, incorporação de encomendas de última hora e acerto das divergências entre o planejado e realizado, quebras de máquinas, falta de componentes comprados críticos, entre outros. Para tanto, usa-se do conceito de horizonte Rolante de Planejamento Basicamente, consiste na inserção de um outro período de planejamento no final da série de dados, substituindo-se o período realizado, mantendo-se fixo o número de períodos planejados A ideia central é manter o horizonte de planejamento, garantindo a visibilidade necessária do prazo, e respeito lead time e inércia entre planejamento e final de execução. A figura atachado, mostra um exemplo de aplicação real de um novo modelo de MPS implantado em um dos nossos projetos de consultoria em Planejamento e Controle da Produção (PCP), com horizonte de planejamento de 6 meses, unidade de planejamento semanal, frequência de replanejamento semanal e fechamento mensal atrelado ao plano orçamentário. No próximo post será abordado como trabalhar com unidade de planejamento, horizonte de planejamento, planejamento rolante e planos congelados e previstos. Josadak Marçola

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PCP Plano Mestre de Produção (MPS) e horizonte de planejamento

No Plano Mestre de Produção (MPS) a variável tempo é apresenta em duas dimensões: Essas dimensões interagem entre si, são diretamente proporcional (ou seja quanto maior a unidade de tempo maior o horizonte de tempo), e ambas são função do tipo de sistema produtivo, da complexidade e número de nível da estrutura do produto, e principalmente do lead time cumulativo envolvido no processo de aquisição, fabricação e montagem. Logo o horizonte de planejamento do MPS representa a amplitude de tempo a ser visualizada para análise. Pense numa estrada. Numa estrada em linha reta. Visibilidade maior. Risco menor. Mas a visão tem limitações de distância. O MPS também. Geralmente, no MPS trabalhamos com unidade de tempo mês / semana. E horizonte de planejamento de 6 meses a 12 meses. Na maioria dos casos dos nosso projetos de consultoria em PCP este delineamento é feito. Além disso, lançamos mão de plano rolante e tipos de plano. Mas isso é para outro post. Josadak Marçola

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PCP Plano Mestre de Produção (MPS) e unidade de planejamento

O Plano Mestre de Produção (MPS) é um plano de médio prazo. É também um plano operacional, onde trata-se produto final a produto final que será fabricado, sua respectiva quantidade e data planejada de finalização. Geralmente, no Plano Mestre de Produção (MPS), usa-se meses ou semanas como unidade de tempo ou unidade de planejamento para cada intervalo do plano. A definição de mês ou semana é função: Por exemplo, nos nossos projetos de consultoria em PCP, nas empresas fabricantes de bens de capital unidade de tempo do MPS é mês. Em empresas de bens de uso e consumo e alimentícia, a unidade de planejamento é semana. Convido-nos a analisar a figura. Note que baseado na hierarquia do planejamento da produção, a unidade de planejamento diminui, mas sempre com elo de ligação: No próximo post abordaremos horizonte de planejamento. Josadak Marçola

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PCP Plano Mestre de Produção (MPS) e seus parâmetros

Se tem um plano operacional importante nas empresas de manufatura, esse é o Plano Mestre de Produção. Como o próprio nome diz – mestre – o MPS tem o papel de guiar e integrar os demais planos operacionais da companhia. Todos derivam direta ou indiretamente dele. O Plano Mestre de Produção (MPS) consiste na definição de quais produtos acabados (SKUs), com suas respectivas unidades, devem ser fabricados por unidade de tempo. O MPS impacta fortemente no caixa, lucratividade, inventário, custo, nível de serviço, taxa de utilização, entre outros. Saber delinear adequadamente o MPS para o ambiente produtivo e competitivo encontrado é fundamental. E os principais pilares dessa arquitetura são: Nos próximos post comentários sobre cada tópico. A figura abaixo é exemplo de projeto de consultoria em Planejamento e Controle da Produção (PCP) realizado, um novo modelo e desenho de MPS foi executado e posto em operação. Josadak Marçola

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PCP Melhor ou Pior? Planejamento da Produção de encomendas – ET

Quem já passou por oftalmologista já ouviu aquela pergunta: melhor ou pior? E troca novamente a lente, e pergunta: melhor ou pior? E segue. Imagina um seguinte cenário. Produção sob encomenda, para atender um pedido de venda de lead time longo, com produto passando pela fase de engenharia, ou seja, resposta a demanda Engineer-to-Order. O que é melhor? Passar as 442 horas requeridas pelos recursos fabris em 16 semanas? Ou passar a mesma carga de trabalho de 442 horas em 10 semanas, mantendo a entrega na semana 16? Nos nossos projetos de consultoria em planejamento e controle da Produção (PCP), em ambiente sob encomenda (ETO), consideramos os impactos das alternativas sobre estoques, índice de ciclo, complexidade da programação, apontamento, área fabril, número de ordens de produção abertas, pontualidae, entre outros, para escolher melhor alternativa. Josadak Marçola

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PCP Dimensões do Planejamento e Controle da Produção

PCP Dimensões do Planejamento e Controle da Produção (PCP) É muito comum nas empresas manufatureiras o Planejamento e Controle da Produção (PCP), considerar somente as dimensões Clientes e Produtos Acabados nos seus objetivos e esforços. Dedicam grande atenção a dimensão cliente (nível de serviço, pontualidade, OTIF, OTD) e produto acabado (estoque, insuficiência), que esse cliente recebe. Claro que a empresas existe porque existem clientes, e que o processo de atendimento de pedidos é o processo de negócio mais importante da companhia, porém….. Nos nossos projetos de consultoria em Planejamento e Controle da Produção (PCP) consideramos quatro dimensões no processo de transformação. Ou seja: Dimensão 1 – Material – estoques e aquisição e relação com fornecedores Dimensão 2 – Recursos Produtivos (máquinas / equipamentos / mão de obra) – utilização dos recursos e capacidade produtiva Dimensão 3 – Produto Acabados – materiais fabricados pelos recursos produtivos e transformando-se em produto acabado Dimensão 4 – Cliente – recebendo os produtos acabados e fechado o ciclo. Um bom Plano Mestre de Produção (MPS) deve considerar todas essas dimensões. Considerar: uso e restrições advindas do fornecimento (aquisição, fornecedores e uso do estoque de entrada). uso e restrições advindas da produção. estoque e construção dos produtos acabados atendimento do cliente externo Josadak Marçola

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PCP Gestão de Materiais: Pontos a considerar

Como dimensionar o estoque? Como parametrizar a reposição? Para os itens Make-to-Stock (MTS), definidos após análise da série de consumo – frequência e coeficiente de variação, por exemplo – quer seja para matéria-prima, componentes comprados, produtos intermediários e produto acabado deve-se dimensionar e parametrizar reposição, de forma técnica. A ideia é fazer o sistema (ERP) trabalhar de forma efetiva e integrada. Nos nossos projeto de consultoria em planejamento de materiais ou consultoria em gestão de materiais, consideramos a figura abaixo, ou seja: Entradas do sistema – fornecimento / demanda Saídas (entregáveis) – dimensionamento e parametrização Controle – indicadores e medidores de desempenho Josadak Marçola

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PCP Critérios de Seleção de ERP para a Manufatura

ERP é um sistema integrado de gestão. Se houver fidelidade ao nome e se existir plenitude no uso, todos os departamentos da empresa devem utilizá-lo. Mas, sempre tem departamento que requerem mais utilização, são mais dependentes do sistema e possuem uma carga de trabalho maior aplicada no ERP. É o caso do Planejamento e Controle da Produção. O PCP é totalmente dependente do ERP para executar suas tarefas – principalmente se tirarmos a muleta do Excel, e de maneira análoga ao ERP. É uma função que deve promover a ligação e integração entre os planos e programas da Engenharia do Produto, Engenharia Industrial, Produção, Vendas, Manutenção, Logística, etc. Voltando ao ERP. O valor do ERP está no uso. Para usar bem precisa: 1 – escolher bem, 2 – implementar bem, e usar mais e somente para depois usar melhor. Nos nossos projetos de consultoria de implantação de ERP, na fase de escolha ou nos projetos de reimplantação do ERP avaliamos funcionalidades, aderência, grau de utilização, custo, tempo, entre outras dimensões. ABERDEEN GROUP, uma excelente empresa de Estratégia e Pesquisa, após aplicação e tabulação de um questionário para 130 empresas de manufatura, apresentou o gráfico abaixo, extraído de seus relatórios, sobre os critérios mais representativos considerados na escolha de um ERP para a empresas de Manufatura. Considere consultá-la para elaboração de seus projetos e textos. Josadak Marçola

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PCP Planejamento da Produção Hierárquico (HPP)

O Planejamento e Controle de produção (PCP) é feito em nível para ser posto em marcha. Desde a elaboração no budget, em setembro/outubro do ano vigente, para os doze meses do próximo ano, com base na previsão de vendas, e depois considerando carteira de encomendas – na engenharia, em início de produção, com produção quase finalizada, para atendimento do pedido, que é o principal processo de negócio de uma empresa. Nesse sentido, existe uma hierarquia para o planejamento da produção. De cima para baixo para planejar. De baixo para cima para controlar. Essa hierarquia considera:                – planejamento e controle de materiais (APP / MPS / MRP)                – planejamento e controle da capacidade (RRP / RCCP / CRP)                – taxonomia dos produtos (linha de produtos / grupo de produtos)                – estrutura do produto multinível (#billofmaterial)                – fábrica (área fabril / grupo de máquinas / máquinas) A figura abaixo mostra um diagrama dessa estrutura de trabalho, enfatizando atividades de planejamento e atividades de programação, que utilizamos em nossos projetos de consultoria para definição da estrutura organizacional do PCP. Josadak Marçola #pcp #ppcp #carga-maquina

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PCP Dados de Entrada Básico 4 – Roteiro de Fabricação

O #roteirodefabricação ou plano macro do processo de fabricação, é um documento que determina a sequência tecnológica das operações a serem executadas para os itens manufaturados, transformando matéria prima em peças, peças em conjuntos e conjuntos em produto acabado. A elaboração do plano de processo inicia-se a partir de um desenho de produto. Com as informações do projeto, o técnico de processos enumera as operações do plano macro, quer fazendo pelo (1) Método Convencional ou (2) Método Assistido por Computador (CAPP – Computer Aided Process Planning). Quando houver uma demanda, o roteiro de fabricação transforma-se numa Ordem de Produção com diversas operações. É a base para se realizar o planejamento da produção e serve como referência à produção. Promove a ligação entre projeto do produto (cadastro do item – lista de materiais – desenhos) e o chão de fábrica (Ordens de Produção – Apontamento – Almoxarifados). A inexistência ou a falta de qualidade dos roteiros de produção afeta diversos processos de negócio e resultados da operação fabril, ou seja: #Planejamentodacapacidade #Programaçãodaprodução (#APS) #Carga máquina (#CRP) Custeio Margem de contribuição Apontamento da produção OEE Etc. Nos nossos projetos de consultoria em Planejamento e Controle da Produção (PCP) é comum locarmos uma pacote de trabalho na Estrutura Analítica do Projeto (EAP) para revisitarmos a qualidade e adequação dos roteiros de fabricação como entrada para os diversos processos de negócio. Josadak Marçola

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PCP Dados de Entrada Básico 3 – Hierarquia dos Recursos Produtivos

Recursos Produtivos são recursos que permanecem no chão de fábrica para atender demanda futuras por longo intervalo de tempo. Por exemplo, Máquinas Operatrizes, Bancadas de Trabalho e Centros de Trabalhos. Como os recursos produtivos transformadores possuem um vínculo entre si, vínculo esse formado por tipo de processo executado (corte / dobra / torneamento / pintura / montagem / etc) ou por item-produto que agrega valor de transformação física (eixo / mancal / trator / colheitadeira / etc), é mandatório que se elabore uma hierarquia de autoridade baseada nos níveis de agregação. Deste modo, em uma hierarquia pode ser formada por: Mini-fábricas ou fábricas autônomas; Áreas fabris ou células de fabricação; Máquinas operatrizes ou centros de trabalho. Após ser feito a arquitetura da Hierarquia dos Recursos Produtivos, desde a mini-fabrica até o recurso único propriamente dito, deve desenvolver um Sistema de Classificação e Codificação (SCC) para identificação desses recursos. Códigos simples, com duas faixas (string), do tipo policódigo, com caracteres numéricos ou alfa-numéricos são recomendados. Por exemplo:                TVP001 – Torno Vertical Pesado                1003 – Montagem Mecânica Bancada de Trabalho 3 Dando sequência, e promovendo Integração, esses centros de trabalho devem ser cadastrados no ERP da companhia, com seu respectivo código e tag, feito a sua ligação de subordinação com níveis superiores, criado Centro de Custo para mini-fábrica e áreas fabris, e calculado / cadastrado taxa-hora do recurso. Essa Hierarquia de Recursos Produtivos auxilia sobremaneira no Planejamento e Controle da Carga versus Capacidade, nos três níveis de capacidade (RRP – Resource Requirements Planning / RCCC – Rough Cut Capacity Planning/ CRP – Capacity Requirements Planning), na programação das atividades, controle de chão de fabricas e indicadores de desempenho. Josadak Marçola

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PCP Dados de Entrada Básico 2 – Lista de Materiais

Se existe um documento importante nas empresas manufatureiras, este documento é a Lista de Materiais. Isso porque a lista de materiais flui por quase todos os departamentos da companhia, desde a Fase de Orçamento, passando pela Engenharia do Produto, Engenharia Industrial, Engenharia da Qualidade, PCP, Suprimentos, Produção, Almoxarifado, Custos, Expedição, entre outros. Como tem um fluxo longitudinal e é utilizada por muitos departamentos em suas atividades diárias e transacionais, a lista de materiais é um elemento chave para simplificar os processos de negócios e promover integração direta entre essas funções de negócio complementares. A solução é ter outras visões da Lista de Materiais. Ao desenvolver múltiplas visões da lista de materiais, balizada pela lista de materiais da engenharia, e contemplando características do produto, do processo de fabricação, do parque fabril, do layout e necessidade de informações para atender os requisitos organizacionais da companhia, é possível simplificar o modelo de gestão de operações. Nos nossos projetos de consultoria em Planejamento e Controle da Produção (PCP), comumente desenvolvemos diversos formatos de saída de lista de materiais para simplificar e agilizar processos de negócio (corte, pintura, tratamento térmico, baixa de materiais, apontamento da produção, expedição, etc). Deste modo, tem-se: Lista de materiais de engenharia Lista de materiais modular Lista de materiais genérica Lista de materiais de manufatura Lista de material de planejamento Lista de materiais de corte Lista de materiais de expedição entre outros Josadak Marçola

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PCP Dados de Entrada Básico 1: Cadastro de Itens

Tudo começa pelo cadastro do item. Este processo de negócio existe em toda e qualquer empresa, independente do porte ou segmento, e é entrada dos demais processos de negócio da companhia. No ERP tudo passa cadastro de itens. É no cadastro de itens que estão configuradas e/ou parametrizadas as regras de negócio e as opções de processamento que executarão as atividades transacionais e/ou gerenciais da empresa. Por exemplo, cadastro que influenciam o trabalho do PCP: definir os fatores de conversão das unidades de medida, item a item, para solicitação, compra, armazenagem e consumo – tubos, barras, e cantoneiras, são solicitas em barras, compradas por kilo, armazenadas em metro e consumida em milímetros; grupos, subgrupos, famílias – de produto e material para análise de compra, estoque, venda, carga de fábrica por linha de produto, etc. definir formas de baixa do material – manual, backflush, super backflush definir estratégia de resposta a demanda – fazer para estoque (MTS) ou fazer para ordem (MTO) tamanho de lote, ponto de pedido, estoque de segurança, lead time, etc endereçamento, critério de separação, controle de lote, etc. O que é comum? É comum encontrar um cadastro de itens incompleto, incorreto, como itens duplicados e e/ou deduplicados, Preenchimento errôneo de campos obrigatórios, para cadastro avançar. Campos não obrigatórios não preenchidos. E por ai afora. Quer fazer um PCP bem feito? Verifique a qualidade no cadastro de itens. Cadastro é trabalhoso, mas é fundamento. Invista no cadastro de itens. Josadak Marçola

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PCP Do Fundamental ao Essencial

Qual é o nível de maturidade do PCP da tua empresa? Roda MRP bem no ERP da companhia sem ter que ir ao chão de fábrica ver o estoque? Tem MRP II? Roda MRP II sem apoio de uma série de planilhas Excel? Faz análise carga-máquina diariamente após programação da produção? Utiliza Sistema de Revisão Contínua com disparo por ponto de pedido? Essas são algumas questões básicas que identificam atividades diárias de PCP, e que definam o grau de maturidade do PCP. Olha que não falamos de APS – de planejamento e programação, de MES, de ferramentas de simulação, etc. São seis os elementos fundamentais, e dados de entrada para o PCP, que nos nossos projetos de consultoria em Planejamento e Controle de Produção (PCP) procedemos análise na fase inicial do projeto: Cadastro do item. Cadastro da Estrutura do Produto. Hierarquia dos Recursos produtivos. Roteiro de Fabricação. Inventário Apontamento da produção É a base para utilização plena da ERP da companhia, rodada do MRP, operacionalização das políticas de materiais, uso do MRP II, formação correta do custo, melhor pontualidade, redução do inventário, minimização do slow moving, melhor controle, maior visibilidade, etc. Josadak Marçola

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Duas dicas de indicadores de desempenho de PCP

Para que servem os indicadores e medidores de desempenho? Para saber se estamos igual, melhor ou pior que nossa performance no passado e como estamos em relação a meta pré-estabelecida. É um filme, não uma foto. É dinâmico não estático. Sempre considerar a evolução no tempo. Duas dicas importantes:                1ª – deve ser multi-dimensão.                2ª – deve ter classes / nível de detalhamento. É muito comum encontramos em nossos projetos de consultoria:                – somente indicadores de gestão, de periodicidade mensal                – somente indicadores de uma ou duas dimensões – custo e qualidade por exemplo. Considere, sempre, o desenvolvimento de indicadores, medidores e medidas de direção, de diferentes dimensões (pontualidade, lead time, eficiência, volume, etc) que possuam o atributo de complementaridade e atuação em conjunto. Observe na figura exemplo aplicado a dimensão pontualidade Josadak Marçola

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PCP Luditas de Gestão de Operações versus Aficionados de TI

Você já deve ter ouvido os ditados: “Nem tanto ao mar nem tanto a terra” ou “Nem oito nem oitenta”. Ou talvez a frase a busca constante do equilíbrio encontrada no caminho do meio. Luditas foram trabalhadores ingleses do ramo de tecelagem, que no início da Revolução Industrial, destruíram as máquinas operatrizes, com receio que fossem geram desemprego em alta escala. Atualmente, o termo identifica pessoas contratarias a inovação. No outro extremo existem os aficionados da tecnologia e dos aplicativos, acreditando piamente que a adoção frequente e contínua dos novos conceitos irá trazer aumento de produtividade e competividade da empresa. Os dois extremos não são adequados. Negar a importância da tecnologia, não aceitar que Lean pode trabalhar com ERP, que APS pode conviver com Kanban, que quadros de gestão a vista e dashboard de BI são complementares e não excludentes é muita radicalidade. Por outro lado, ser simplório e simplista, a ponto de achar que PDM, PLM e CAD irá resolver todos os projetos de concepção e projeto do produto, que MES solucionará todas as dificuldades de apontamento da produção e que ERP proverá solução mágica e integração dos processos, também não é adequado. Antes da ferramenta e informatização (PDM / APS / ERP, etc) vem fundamentos, conceitos, técnicas, métodos, processos e pessoas. Esse trabalho de base deve ser feito, senão investimento e esforço não trará retorno. E, mesclar métodos de gestão com tecnologia existente, olhando aderência ao projeto. Josadak Marçola

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