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E por falar em Educação e Empregabilidade…

Rapidamente definindo o termo, empregabilidade é a capacidade de nos mantermos empregados e/ou de encontrarmos empregos com responsabilidades e remuneração superiores. A empregabilidade percorre naturalmente a estrada da educação, profissionalização, capacitação e especialização. Segundo a Unesco, a educação é um conjunto formado por 4 aprenderes: (1) CONHECER – é o saber codificado, ou seja, tudo aquilo que é encontrado nos livros, artigos, revistas e em geral é ensinado pelos professores nas salas de aula.  Habitualmente as pessoas relacionam e delimitam erroneamente a educação com apenas esta prática. (2) FAZER – o conhecimento só apresenta valor quando é aplicado e traz benefícios para a empresa e sociedade. (3) CONVIVER – desenvolvimento do espírito de sociabilização e da capacidade de comunicação, fundamental hoje, quando tudo dependente da parceria. (4) SER – desenvolvimento total do indivíduo – espírito, corpo, responsabilidade, moral e ética. Nascemos para evoluir, aprender e ajudar. Essas capacidades nos trouxeram até aqui. Assim, é necessário aplicarmos continuamente estes 4 aprenderes. Hoje – Amanhã – Depois. Obtenhamos esse saber de forma autodidata, ou via curso presencial, virtual, on the job, em encontros e reuniões. Qualquer lugar e momento propicia-nos a oportunidade de aquisição de conhecimento. Apliquemos esse conhecimento, quer seja na empresa, numa entidade filantrópica, numa organização não governamental, na nossa casa. Afinal o mercado valoriza quem faz, e não quem sabe, ou fala que sabe, ou fala que faz. Envolvamos as pessoas nesse desenvolvimento. Ninguém consegue nada sozinho. Alcançar objetivos e metas de forma colaborativa e principalmente auxiliando outras pessoas é extremamente gratificante. Principalmente quando essas pessoas crescem junto conosco, com os processos e/ou com os projetos. Sejamos bons cidadãos. O sucesso deve ser buscado continuamente, mas sempre respeitando os valores morais e éticos. Como escreveu o apóstolo Paulo “Tudo me é permitido mas nem tudo me convém”. Essa atitude e comportamento traz longevidade a nossa empregabilidade. E nosso nome é nosso maior patrimônio. Josadak Marçola #educacao #empregabilidade

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A hora e a vez da Programação da Produção

Numa época não muito distante, há duas ou três décadas atrás, um garoto que desejasse adquirir um novo par de tênis para ir à escola ou mesmo praticar um esporte não possuía muitas opções – havia de contentar-se em escolher entre o conga (nas cores azul e vermelha), o polivalente kichute – usado tanto para frequentar as aulas como para jogar futebol, muitas vezes com cadarço amarrado na canela ou o seu sucessor, o bamba monobloco branco, também utilizado para ir à escola, as aulas de ginástica e praticar esportes. Atualmente, o processo de escolha de um novo par de tênis é bem mais complexo. Atreva-se a um breve tour pelas lojas de calçados do shopping center – geralmente há uma grande profusão delas. São tantos modelos, cores, formatos, marcas, aplicações, faixas de preços e sistemas de amortecimento que uma confusão imediata se aloja em nossa mente. Qual comprar? Fato similar ocorreu com o pão de forma. Anteriormente havia somente o pão Pullman, que por muito tempo, reinou solitário. Hoje a quantidade de fabricantes é enorme – pesquisa feita pelo Inmetro cita 74 fabricantes. Os mais tradicionais são Pullman, Wickbold, Panco e Seven Boys. Cada fabricante oferece ao mercado consumidor uma variedade de produtos maior ainda (light, integral, de centeio, pão preto, com aveia, musli, 7 grãos, 2 grãos, com casca, sem casca, e demais variações). A situação é análoga para os demais produtos oferecidos aos clientes e consumidores. É fato que a variedade tem crescido exponencialmente. A idéia central é reconhecer cada consumidor como um ser único, com necessidades e desejos distintos. Customização dos produtos e serviços é palavra-chave para obter preferência do cliente. A máxima de Henry Ford “desde que seja Ford e seja preto”, dominante no início do século XX, não é mais válida. A produção em massa baseada em altos volumes e baixa variedade é gradualmente substituída por novos paradigmas de produção – manufatura enxuta, manufatura ágil, manufatura responsiva. Somente custo não é mais suficiente. Somente custo e qualidade já não bastam. Novos critérios surgem. O mercado requer flexibilidade, pontualidade e velocidade. Além disso, o mercado não pede, manda. Manda porque a partir da década de 80 é regido pela demanda, uma vez que há muito mais oferta do que procura, acirrando a competição entre os fabricantes e fornecedores. Este novo cenário exige um novo posicionamento das empresas. Muda-se paulatinamente a estratégia de resposta à demanda. Respeitando a peculiaridades de alguns segmentos produtivos, mas de modo geral, a estratégia de fazer para estoque (Make-to-Stock) e a partir de então atender o cliente, perde força. Como a variedade de produtos finais é elevada não é viável e exequível ter todos os produtos em estoque. A estratégia de fazer para pedido, nas suas múltiplas variantes avança (montar para pedido – ATO, fabricar para pedido – MTO, projetar para pedido – ETO, entre outras). Esse novo ambiente requer fornecimento personalizado, lotes de fabricação reduzidos, baixo nível de estoque (matéria-prima, work-in-process e produto acabado), redução dos lead times, rapidez no atendimento, cumprimento de prazos prometidos e setups mínimos. Essas novas exigências aumentam consideravelmente a complexidade das atividades de Planejamento e Controle da Produção (PCP), notadamente da Programação da Produção, ressaltando ao mesmo tempo sua importância para competitividade das organizações. Voltemos ao caso dos calçados, mais especificamente do tênis. Anteriormente, definir a fabricação de 3, 4 ou 5 modelos de tênis distintos, produzidos para estoque, um bom PCP utilizaria conceitos e técnicas de previsão de vendas, planejamento agregado e plano mestre para obter planos de produção adequados. Atualmente, produzir milhares de tênis distintos, para atender uma enormidade de pedidos de vendas, oriundos de clientes diferentes, com prazos de entrega variados e com muitos itens em cada pedido, mas com uma quantidade pequena de cada item é necessário acrescentar uma nova arma ao arsenal do PCP: a programação da produção. Cabe à programação da produção resgatar o plano mestre de produção e a carteira de pedidos, estruturados de forma agregada e numa unidade de planejamento maior, e gerar um programa de produção detalhado, em base diária, considerando todas as operações e seus respectivos recursos fabris (máquinas, mão-de-obra, dispositivos, ferramentas) para transformar matéria-prima em componentes, e componentes em produto acabado. A programação da produção lida com uma elevada quantidade de variáveis, múltiplas alternativas de programas resultantes e acelerada dinâmica do chão-de-fábrica, com pedidos sendo introduzidos, cancelados, postergados ou antecipados; máquinas operatrizes entrando em manutenção corretiva; atraso de insumos de fornecedores; absenteísmo de operários, entre outros fatores, que colaboram por torná-la uma atividade extremamente complexa. Complexa mas que precisa ser feita, e feita com critérios. Na realidade, quem ativa os recursos fabris existentes no chão-de-fábrica, local onde concentram-se a maior parte dos ativos das empresas de manufatura, é a programação da produção. Ao direcionar, de forma coordenada e sequenciada no tempo, os recursos fabris para realização das operações atinge-se os objetivos de atendimento dos prazos de entrega, diminuição dos estoques e melhor utilização dos recursos. Agora é a hora. Agora é a vez. Invista seus esforços e energia na programação da produção. Um melhor desempenho dessa atividade, crucial no cenário competitivo atual, fará com que seus recursos sejam melhor geridos, proporcionando melhores resultados tanto na diminuição dos custos (horas-extras, inventários, multas por atraso), quanto no aumento do faturamento, fruto de maior pontualidade nas entregas e maior satisfação do cliente. Josadak Marçola #programacaodaproducao #aps

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Política de materiais de itens MRO em Usinas Canavieiras

Nas usinas canavieiras o setor de manutenção desempenha um papel crucial na obtenção de bons índices de lucratividade e rentabilidade. Como trata-se de um processo contínuo, de alto volume de produção, fluxo em linha, qualquer quebra de máquina e/ou equipamento pode interromper totalmente o processo de produção, ocasionando problemas indesejáveis como perda de faturamento, atraso de fornecimento, aumento de custo, ociosidade, entre outros. Geralmente, esse parque fabril é formado por muitas máquinas e equipamentos, oriundos de diferentes fabricantes, com centenas de milhares de componentes, muitos deles suscetíveis a desgastes, que são trocados em intervenções de manutenção preditiva, preventiva e corretiva. Porém, manter todas essas peças em estoques é anti-econômico e muitas vezes pouco operacional. Para responder adequadamente as essas e outras questões correlatas, técnicas de Administração de Materiais para itens de demanda independente, como Classificação ABC, Lote Econômico, Estoque de Segurança, Ponto de Pedido, entre outras, devem ser usadas. Essas técnicas devem ser cruzadas com a criticidade das máquinas – Classificação XYZ, complexidade do fornecimento – Classificação 123, para auxiliar na formulação das Políticas de Materiais de Manutenção (Configuração, Suprimentos, Reposição de Materiais, Operações, Controle e Distribuição). Cabe então uma questão? Quais peças de reposição – que comumente são itens de baixo giro – devem ser mantidas em estoque? Em que quantidade? Em que época do ano? Fatores e parâmetros contidos nessas técnicas devem ser levantados e acompanhados no tempo, como consumo, tempo de reposição, custo, frequência, coeficiente de variação, entre outros, serem calculados e inseridos no ERP da companhia. Para fechar, um sistema de indicadores deve ser considerado para avaliar constantemente a performance. Josadak Marçola #gestaodemateriais #politicademateriais #mro

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Um Sonho…de Valsa, a Valsa e a Vida

Qual é o segredo do produto bombom Sonho de Valsa, ou melhor, desta marca, que teve força suficiente para atravessar diversas gerações, desde 1938, com tradição e a modernidade, mostrando atualidade, renovando permanentemente seu público, sem perder a credibilidade conquistada em décadas de experiência? Ah, vocês devem estar pensando, qual analogia pode ser feita entre sonho, valsa (música), bombom e vida. A sabedoria popular associa o sonho com a vida. Há uma expressão que todos conhecem que diz “sonhar é viver”. Sonhar é o primeiro passo para dar sentido a nossas vidas, descobrir e cumprir nossa missão nesta experiência terrena. Porém não basta somente sonhar. É preciso algo mais. É preciso concretizar os sonhos. Logo, é essencial ser um realizador de sonhos. Tornar real o que é subjetivo. Pequenos ou grandes… exequíveis ou mirabolantes…voltados para nós ou para os outros…todos os sonhos necessitam de uma definição, ou seja, onde começa e onde pretende chegar, ponto de origem e ponto de destino. Em outras palavras, afinal quais são os nossos próximos sonhos? Fazer uma pós-graduação? Fazer mestra e/ou doutorado no exterior? Criar uma organização Não Governamental? Desenvolver um trabalho filantrópico? Mãos-a-obra. Sonhemos. Acreditemos. Tenhamos projetos. Ousemos realizar. Tenhamos determinação. Teremos um problema ou outro, mas valerá a pena. A vida é mais leve, mais suave e doce com música. Engana-se quem pensa que a valsa está fora de moda. Ela é clássica. É tradicional. É eterna. Sempre é utilizada em grandes ocasiões para despertar o lado emocional das pessoas, em festas cheias de glamour, como festas de 15 anos, formaturas e casamentos. O momento da valsa é inesquecível. De maneira similar ao Bombom Sonho de Valsa, cuidemos da marca Você S.A. Administremos a nossa empresa Você S.A., com valores sólidos, duradouros, permanentes. Sonhemos, tracemos metas audaciosas, sem o comprometimento da ética, da confiança, da credibilidade. Devemos reinventar-nos continuamente, aprimorarmo-nos, evoluirmos nas diversas dimensões sem abandonarmos nossos valores. Não caíamos na tentação do sucesso rápido e do lucro fácil. Somente o trabalho sério e constante traz credibilidade a nós, tanto na esfera pessoal e como profissional, a perenidade de nossa empregabilidade no mercado e auxilia na obtenção da paz interior. Josadak Marçola #projetodoproduto #ciclodevida

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Afinal de contas o que é Tecnologia de Gestão?

José da Silva era um marceneiro, e dos bons, como afirmavam seus colegas de trabalho. Havia 15 anos que trabalhava numa mesma empresa – a Móveis Morumbi – uma empresa especializada em fabricar móveis de luxo, de acabamento requintado, na cidade de Mirassol. Ocorre que, por motivos externos, alheios a vontade, a empresa decidiu mudar de localidade, concentrando toda a sua produção na outra unidade da companhia, situada a 400 km de distância. Como era excelente funcionário, José da Silva foi convidado para trabalhar na outra unidade. Porém, sua mulher era funcionária concursada do Fórum da cidade de Mirassol, possuindo estabilidade de emprego. Decidiu, então, utilizar as verbas rescisórias, para abrir uma empresa própria, aproveitando a oportunidade de negócio que o momento oferecia. Qual empresa José da Silva abriu? Como a grande maioria dos empreendedores iniciantes, criou uma empresa atrelada diretamente aos produtos, serviços e processos que estava acostumado a fazer. Então inaugurou uma marcenaria, que no início, resumia-se a uma portinha que permitia acesso ao quintal de sua residência. No começo, ele executava todas as operações: comprar, pagar, faturar, receber, fabricar, montar, orçar, entre outras. Como José da Silva interpretava bem as necessidades dos clientes, transformando-as com excelência em produtos acabados (móveis), além de ser simpático e atencioso, a empresa prosperou. Cresceu rapidamente. Logo, José da Silva, contratou dois funcionários, que realizavam as operações de fabricação e pré-montagem. As demais atividades da empresa, como orçar, comprar, receber, pagar e instalar, ainda eram de responsabilidade do nosso empreendedor. Num próximo ciclo, com crescimento frequente, constante e acelerado, José da Silva, contratou mais 10 colaboradores. Deixou de orçar e instalar os móveis. Alugou um pequeno barracão industrial e mudou a sede da empresa. Passados cinco anos, a empresa de José da Silva tinha em seus quadros 180 colaboradores. Os problemas, que antes também existiam, mudaram de natureza, aumentaram sua complexidade e demoravam mais tempo para serem resolvidos. José da Silva, perguntava-se: “Mas afinal o que esta acontecendo?. Temos um bom produto, suportado por uma boa tecnologia de produto (projeto) e adequada tecnologia de processo (como fazer), muitos pedidos em carteira e estamos no vermelho!” Por que o caixa esta sempre negativo? Por que costumeiramente eu tenho que efetuar empréstimos bancário para sustentar a operação de minha empresa. Dirigir uma empresa é similar a pilotar um avião. Pilotar um ultra-leve é completamente distinto de pilotar um Boeing 747 ou um Airbus 380. São conhecimentos, habilidades e atitudes diferentes, com uma tecnologia de gestão aderente ao cenário e compatível com a complexidade da tecnologia de produto e tecnologia de processo existente. Nesse momento de transição, de crescimento, de mudança de patamar produtivo e competitivo, as empresas apresentam uma série de problemas, com dificuldade de transpô-las, por relutância em alterar o modelo e a tecnologia de gestão e tecnologia de informação, e em alguns casos caindo em recuperação judicial e/ou falência. Se você é empresário reflita sobre este fato. Ter bons produtos, processos produtivos e serviços não é garantia de sucesso. Josadak Marçola #tecnologiadegestao

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O tempo, a procrastinação e o processo decisório

Todos nós tomamos decisões a todo instante, sem atentarmos para esse fato. De manhã, quando levantamos, e escolhemos qual roupa e calçado vestir, ou quando optamos, caso haja possibilidade de escolha, por um determinado meio de transporte – metrô, ônibus, carro ou moto – estamos tomando decisões rotineiras e triviais, mas são decisões. Escolha e renúncia andam juntas. São irmãs gêmeas. É o mundo dual fazendo-se presente. Sempre que optamos por uma alternativa, renunciamos a diversas outras possibilidades de escolha. Isso deve ficar claro. Voltando ao exemplo inicial, a escolha da roupa é função de diversos fatores – tipo da empresa, grau de formalidade exigido, cargo ocupado, dia da semana. Já a opção pelo meio de transporte, que também mantêm uma certa correlação com a vestimenta depende de algumas variáveis – clima, distância, horário, estacionamento, entre outros fatores. A essência do trabalho de um gestor é tomar decisões. Utilizando-se de conhecimento e experiência prévia associados a um conjunto de informações adequado sobre o tema em questão, o profissional deve escolher um caminho para explorar uma determinada oportunidade ou resolver um problema, acionar os recursos necessários no tempo adequado e monitorar a evolução e resultados obtidos. Esse processo é dinâmico, repete-se ciclicamente, diariamente. Ocorre que muitos gestores, por diversas vezes, abstêm-se de tomar decisões. Dentre os muitos erros existentes no processo decisório é o pior e o mais comum – a procrastinação. É melhor um final horroroso do que um horror sem fim. É melhor uma decisão ruim do que uma indecisão. É sempre possível corrigi-la, ajusta-la, adapta-la. Afinal o tempo não resolve nada. Quem resolve os problemas são as pessoas. Josadak Marçola #gerenciamentodotempo #processodecisorio

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Metas? Com elas o resultado será melhor?

Caso você estivesse dirigindo o carro numa estrada, totalmente desprovido de qualquer tipo de placa de sinalização, como você pilotaria? Sua viagem seria mais segura? Desprovida de acidentes? Isenta de multas? Qual velocidade você desenvolveria nos diferentes trechos da pista? Caso você fosse um atleta olímpico, praticante da modalidade de salto em altura, e tivesse um técnico duro que lhe falasse “Faça o melhor possível. É isso que esperamos de você” e não houvesse um sarrafo real para delimitar a altura mínima necessária para avançar para um próximo estágio, como seria seu resultado em dez tentativas? Acrescente, em ambos os casos, respectivamente, placas de sinalização de velocidade estipulando 80 km/h e sarrafo posicionado na altura inicial de 1,60 m e elevação progressiva de 0,2 m, a medida que o estágio anterior é alcançado. Sendo você um motorista consciente e respeitador sua viagem será mais segura e sem multas? Seus resultados como atleta seriam mais efetivos nas mesmas tentativas? Claramente os resultados seriam melhores. Estudos técnico-científicos desenvolvidos por órgãos responsáveis pelo trânsito e pesquisadores do campo esportivo comprovam tal fato. Mas qual o papel simbólico desempenhado pela placa de sinalização de velocidade e o sarrafo? Por que a simples adoção desses elementos altera positivamente o resultado? Esses elementos desempenham o papel da referência. Basicamente isso. Ao fixar um índice – meta é número a ser alcançado num determinado prazo – a ser atingido e/ou mantido direciona-se os esforços e as ações no sentido de obter o valor pré-determinado, e que em tese trará bons resultados. Para o motorista os benefícios são menor risco de acidente e ausência de multas. Esse é o ganho. Para o atleta, denota um caráter motivacional de vencer um desafio, superar uma marca pessoal, quebrar um recorde esportivo na sua alçada de competição. Deslocando-se, agora, para o mundo empresarial, pode-se intuir que a situação é análoga, porém mais danosa e severa, caso haja ausência de metas. Como as corporações e empresas são entidades compostas por diversos departamentos e seções, com níveis hierárquicos distintos, múltiplos processos de negócios e objetivos diferentes, dizer a todos os colaboradores “façam o melhor possível” é muito pouco. O resultado será pífio. Cabe ao dirigentes da organização, para os diversos objetivos a serem atingidos, definir um conjunto adequado de indicadores de desempenho de gestão e de monitoramento, sem cair na tentação inicial de querer medir e controlar tudo, mantendo o foco naquilo que é importante para o sucesso da empresa, comunicar e treinar funcionários envolvidos, ao mesmo tempo que estipula as metas para cada indicador. Mas como estabelecer metas? Metas de fácil obtenção não promovem o desenvolvimento da organização nem aumento do nível de competitividade da empresa, além de não contribuir para atingimento dos objetivos e não produzir um sensação de vitória na equipe. Metas de extrema dificuldade, impossíveis de serem alçançadas, ocasionam anseio, medo, falta de expectativa positiva e impedem o despertar da motivação. A regra principal é definir metas agressivas e factíveis de serem alçançadas. Isso ativará um expectativa positiva e criará um impulso para que ações coordenadas sejam realizadas, produzindo um resultado satisfatório. Mas estabelecer metas não é um processo estático. A medida que o tempo passa, os objetivos mudam, a organização evolui, é necessário rever os valores das metas, adaptando-as à realidade atual. É salutar reduzi-la, se ela parece inatingível, ou majorá-la, quando torna-se extremamente fácil. Quem não mede não controla e quem não controla não administra. Portanto é necessário medir cada etapa das ações realizadas, para verificar se os movimentados executados estão conduzindo em direção dos objetivos e metas, dentro do prazo estipulado. Logo defina, escreva e monitore periodicamente as metas. Crie um quadro de gestão a vista na empresa e mostre para toda a equipe de colaboradores qual é o mapa de evolução. Os funcionários gostam de saber qual estrada estão percorrendo. Qual é a próxima parada. Para qual destino. E como esta o desempenho da equipe e dele próprio. Por fim, celebre as conquistas. Atingir uma meta desafiadora deve ser motivo de orgulho e reconhecimento. Esse reconhecimento valoriza as contribuições dos colaboradores, trará um sentido de inserção e produzirá energia para prosseguimento do trabalho e atingimento de outras metas, levando a empresa paulatinamente para um patamar elevado de competitividade. Utilize as metas como ferramenta de gestão e de apoio às estratégias desenvolvidas e formuladas pela empresa, de forma sistêmica e contínua, informando e conscientizando todos os funcionários da importância da obtenção dos valores pré-estabelecidos para haver êxito na atividade empresarial. Além de manter o foco nos fatores críticos de sucesso, haverá maior motivação para buscar resultados, afinal todo mundo gosta de quebrar recordes e jogar em time vencedor. Josadak Marçola #objetivos #metas

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Coloque projetos na sua agenda!

Se você é empregado, mais importante do que ter um emprego é ter empregabilidade. Caso você seja um empresário-empreendedor, mais relevante do que ter empresa e recursos é ter um negócio competitivo. Mas, como manter ou aumentar a empregabilidade ? É simples. Coloque na sua agenda 2 novos projetos por ano. Projetos de caráter profissional como ser fluente num 2º ou 3º idioma, fazer MBA ou mesmo trabalhar num segmento diferente do que atua hoje. Projetos de caráter pessoal como correr a São Silvestre ou saltar de paraquedas. Projetos de características sociais como auxiliar na gestão de entidades filantrópicas. Nos negócios atuais o trabalho é definido por projetos. São os projetos que produzem melhoria, provocam evolução, promovem a organização para um outro patamar. Aprenda a mover-se de projeto em projeto. Incorpore, pelo menos, um grande projeto por ano ao vosso currículo. Projetos diferentes, daqueles que agregam valor, que são importantes e que deixam um legado, concretizando vossos sonhos, na vertente profissional, financeira, familiar e social. E como conservar ou majorar a competitividade de sua empresa ou negócio? Do mesmo modo. Insira novos projetos no plano estratégico do empreendimento, que sejam de completa inovação ou de constante evolução, nas múltiplas facetas da Tecnologia existente – Tecnologia de Produto, Tecnologia de Processo, Tecnologia de Materiais, Tecnologia de Informação e Tecnologia de Gestão. Projetos são comuns no dia-a-dia das empresas. São exemplos tradicionais de projetos: A construção de uma nova fábrica, linha de produção, aquisição e instalação de uma nova máquina  operatriz ou mesmo o retrofitting de um equipamento já existente; Lançamento, produção, distribuição e comercialização de um novo produto; Implantação de um novo software; Implantação de normas ISO; Introdução de programas de gestão – Qualidade Total, 6 Sigma, Kanban, Manufatura Enxuta; Entre outros.  Para empresas que atuam no ambiente sob encomenda, notadamente as empresas ETO – Engineer-to-Order, a terminologia de projeto é mais conhecida. Cada pedido do cliente é um projeto e deve ser gerido como tal. A correta e completa utilização dos conceitos, técnicas e ferramentas de Gestão de Projetos auxiliará a empresa a colher bons resultados no atendimento de encomenda quanto a qualidade do produto, pontualidade na entrega, margem de contribuição e mesmo positividade do fluxo de caixa. Apesar disso, o índice de fracasso na execução de projetos é elevado. Estouros no orçamento são frequentes. Atrasos na conclusão também apresentam alta incidência. Entregas diferentes da supostamente entendida e contratada pelo cliente por falta de clareza na definição dos requisitos e escopo de fornecimento contribuem para aumento do percentual de insucesso. Ocorre que os projetos são gerenciados de forma empírica. Carecem de fundamentação teórica, metodologia e boas práticas para uma gerência de projetos com profissionalismo, técnica e conhecimento. Mas existe uma forte disposição, em empresas privadas e publicas que os projetos sejam geridos por profissionais especializados e com certificação PMP (Project Management Professional). Hoje, ter esta certificação, é um diferencial, um critério ganhador de pedido. Num futuro próximo será um pré-requisito. O PMP é uma certificação que comprova profundo conhecimento do PMBOK Guide (Project Management Body of Knowledge). Este manual da metodologia de gerenciamento de projetos, referência mundial para diversas áreas, apresenta todas as regras difundidas pelo PMI (Project Management Institute), as quais são baseadas na aplicação de cinco processos – inicialização, planejamento, execução, controle e entrega – e de nove áreas de conhecimento – integração, escopo, custo, qualidade, recursos humanos, comunicação, gerenciamento de risco e logística e suprimento. Existe uma grande carência desse tipo de profissional no mercado. Essa qualificação não é efêmera. Como a busca por competitividade e empregabilidade é constante, as empresas são e continuarão a ser verdadeiros canteiros de obra, com projetos sendo introduzidos de forma frequente. Gerenciar projeto continuará a ser uma habilidade muito valorizada. Portanto, coloque projetos na sua agenda! Josadak Marçola #projeto #competitividade

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Atraso? Estouro de orçamento? Falta de recursos para concluir o projeto?

Se você for realizar uma reforma em sua casa, saiba, de antemão, que existe uma probabilidade de ocorrer estouro de 40% no orçamento e haver um atraso de 30% no prazo definido originalmente. A reforma de uma casa é um projeto. Mesmo envolvendo pequena soma de recursos financeiros, tempo, material e mão de obra é um projeto. É uma obra residencial. Situação correlata ocorre em projetos e/ou obras de diferente porte e segmento, quer seja para projetos internos com intuito de aumentar competitividade – via redução de custo, aumento de capacidade produtiva, maior qualidade, etc – ou para empresas que trabalham sob encomenda, no qual projeto ou obra é o ponto central no processo de atendimento do pedido do cliente. Mas porque há elevada incidência de resultados não desejados como não cumprimento do escopo, atrasos, estouro no orçamento e qualidade não satisfatória – que são variáveis restritivas básicas em projetos e/ou obras? Diversas causas corroboram para esse resultado. De modo geral, a ausência de um bom plano de gerenciamento de projeto e a inexistência de controles frequentes durante todo o ciclo de vida do projeto é a causa principal. A correta declaração do escopo, com seu posterior detalhamento em pacotes de trabalho (EAP), elaboração do cronograma, formação do custo, definição de padrão de qualidade, e utilização de histograma, curva S, entre outros, são fundamentais para o sucesso de qualquer projeto. Se você ou sua empresa, quer ter êxito na execução de projetos ou obras, é recomendado utilizar as boas práticas de gerenciamento de projetos, como as difundidas pelo Project Management Institute (PMI) e utilizar alguns aplicativos de apoio para auxiliá-lo na realização dessas tarefas. Josadak Marçola #projeto #gerenciamentodeprojeto #prazo #custo #orcamento

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A importância do Padrão Descritivo de Itens (PDI)

A Gestão dos Cadastros (ou Master Data Management – MDM) é o alicerce de qualquer Sistema de Gestão Empresarial (ERP), e sua completude e qualidade não pode ser relegada a um plano inferior, trazendo como impacto a utilização incorreta do ERP na gestão dos diversos processos de negócio da empresa, e quantitativamente aumentando custo, reduzindo lucratividade, diminuindo rentabilidade, prejudicando fluxo de caixa, entre outros resultados. O Padrão Descritivo de Itens (PDI), em conjunto com o Sistema de Classificação de Codificação (SCC) serve para a IDENTIFICAÇÃO ÚNICA E INEQUÍVOCA de todos os itens – diretos e indiretos – existente na companhia. Identificar item a item, suas características técnicas próprias (features), peculiares e exclusivas, uniformizando sua descrição, abreviação e suas unidades de medida, evitam que hajam duplicidades, redundâncias e falhas de comunicação. A alocação de poucos esforços e recursos no sentido de enriquecer, qualificar e padronizar o cadastro de itens – possibilita o funcionamento adequado de uma série de sistemas e ferramentas como ERP, PDM, PLM, DRP, APS, MES, etc, auxiliando a tornar a empresa mais competitiva. Em termos quantitativos, as estimativas de Ganhos de um Projeto de Gerenciamento de Dados, do qual o Padrão Descritivo de Itens (PDI) é elemento central, são: ·     20% a 30%       de Redução dos Custos do Processo de Aquisição. ·     3% a 7%           de possibilidade de Compras centralizadas. ·     5% a 20%         de Eliminação de Compras de Itens erroneamente. ·     10% a 20%       de Redução do Valor Estocado. ·     5% a 20%         de Itens desabilitados na Base. ·     5% a 20%         de Redução de Deduplicação. ·     70% a 90%       de Melhoria na Descrição. Logo, dados limpos, corretos, padronizados e bem definidos no cadastro de item mestre são condições necessárias para que haja qualidade de todos os processos de negócio da empresa (vendas, compras, planejamento, produção, manutenção, armazenagem, custo, contabilização, etc) que requerem informações precisas dos itens que demandaram qualquer tipo de transação no ERP. Josadak Marçola #pdi #padraodescritivodeitem #cadastrodeitem

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