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Bom humor no trabalho é fundamental

Estava numa reunião de coordenação semestral de docentes quando um professor contou um caso: Aluno – você sabe que paga teu salário? Professor – Não. Aluno – Eu. Professor sorrindo e caminhando em direção ao aluno de braços abertos – Rapaz, que bom que você me contou. Estava há muito tempo tentando descobrir. E agora tenho a oportunidade de agradecer. Vem cá me dar um abraço. A turma toda caiu na risada, e professor cativou a sala, mostrando inteligência emocional e domínio de sala. Outro caso emblemático ocorreu na apresentação de uma proposta de um projeto, quando inicialmente o consultor tomou um grande chá de banco, e depois o notebook não ligava realizar a apresentação da proposta para diretoria da empresa. O consultor manteve-se sereno, afirmando que o período da tarde estava todo reservado a empresa, e que tinha ciência que imprevistos ocorrem, notadamente quando demandando por chefes e clientes. A apresentação oral foi realizada, somente com apoio de flip-chart, que auxiliou numa maior interação e discussão da proposta, além de demonstrar segurança e expertise na solução, sendo o projeto realizado. Mau-humor não é seriedade. Bom humor é fundamental em todos os lugares Josadak Marçola #bomhumornotrabalho

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Você sabe perguntar?

Mais importante do que responder é saber perguntar. Você sabe perguntar? Numa sala de aula se ninguém pergunta nada é porque entendeu tudo ou não entendeu nada. Como professor, sou partidário da segunda alternativa, ou seja, entendeu pouca coisa, a aula não despertou interesse e/ou deseja que a aula se encerre. Numa entrevista para seleção de novo profissional, um grande valor é atribuído no final da entrevista, quando um espaço para entrevistado efetuar as perguntas. Perguntas inteligentes são sempre bem-vindas. Cria oportunidade do entrevistador conhecer o entrevistado, mesmo sem ter dado a oportunidade de responder, mudando a dinâmica da entrevista. Em reuniões de resultado, reuniões de conselho, apresentação de business case, indagações sobre direção tomada, estratégias adotadas, relacionamento entre variáveis, medidores e indicadores de desempenho, opções de escolha de mercado, entre outras, demonstram inteligência, interesse e curiosidade positiva No que se refere a aprendizado e cognição, creio estar correta a frase – não existe perguntas idiotas. Idiota é não perguntar nada, e se privar de um conhecimento que poderia lhe ser útil. Está correta, mas incompleta. O fato da pergunta não ser tola não significa que é inteligente. Perguntas inteligentes promovem a continuidade do discurso, mostram entendimento do assunto, um novo olhar sobre o tema, trazem novas alternativas de solução para o problema. Saber perguntar ajuda demais. Josadak Marçola #perguntas

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Os jovens executivos, a nova geração

Nos últimos tempos tenho realizado muito projetos de consultoria em empresas jovens, criadas e gerenciadas por jovens, ou em empresas familiares tradicionais, coma segunda geração da família, formada por novos executivos atuando como gestores. A minha avaliação e percepção da nova geração de executivos, enquanto gestores e seres humanos, é extremamente positiva. Vejo profissionais direcionados para busca de competitividade, lucratividade, via inovação, qualidade, utilização dos recursos, mas principalmente, noto que essa busca esta fundamente em alicerce sólido de respeito a sociedade, sustentabilidade, meio ambiente e observância a leis. Também noto esse mesmo comportamento nos alunos da universidade, e com amigos de meus filhos que frequento minha casa. Uma grande importância dada a inclusão, diversidade, não discriminação, sustentabilidade dos recursos, próxima geração, viagens, cultura. Ao mesmo tempo, uma menor preocupação com bens materiais – carro, roupas de marca, status, ostentação. A velocidade pode não ser adequada, mas estamos caminhando na direção certa. Josadak Marçola #jovensexecutivos

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Vamos comprar. Não pelo ROI. Mas por nossos funcionários

Após cinco dias de trabalho para viabilizarmos técnica-operacional -financeiramente a venda de um projeto de programação da produção para uma grande companhia de acessórios elétricos-eletrônicos do interior do Estado de São Paulo, preparamos uma apresentação final solução para a empresa. Nessa apresentação, que contava com diretor-presidente (proprietário) e alguns gerentes, foi apresentada o passo-a-passo da implementação, grau de aderência, mudança da forma de trabalho, integração do software com o ERP, e para finalizar foi mostrado os resultados espertados para companhia, em termos de aumento de pontualidade, diminuição do inventário, aumento da utilização da capacidade instalada, ROI e pay-back. Após apresentação, o presidente disse: “Nós vamos comprar. Vamos comprar não somente pelo retorno sobre investimento e payback demostrado no relatório final. O nosso resultado operacional já é muito bom. Mas vamos comprar pelos nossos funcionários. Isso porque nossos colaboradores se desgastam demais no dia-a-dia para trazer esse resultado para companhia. Precisamos continuamente trazer melhores condições de trabalho aos nossos funcionários” Todo e qualquer negócio sempre tem a dimensão HUMANA. Cuide das pessoas que elas cuidam do seu negócio. Josadak Marçola

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Você é uma pessoa do Porque SIM?

Sim. Até parece resposta de criança. Porque sim. Mas a reflexão aqui é porque sim dar andamento a uma ação. A lembrança vem do final da década de 2000, quando foi contratado para trabalhar numa empresa fabricante de implementos agrícolas em situação concordatária, e fazíamos reunião de produção toda a terça-feira à tarde, do corpo gerencial com nosso diretor industrial. Numa dessas reuniões surgiu a seguinte frase. “PRECISAMOS DE MAIS PESSOAS DO PORQUE SIM” Porque sim fazer o projeto. Porque sim mudar o layout. Porque sim mudar o processo de pintura. Porque sim implantar um ERP. Porque sim implantar Banco de Horas. Não se trata de ser inconsequente, fútil e nem deixar de efetuar análise de viabilidade técnica-operacional-econômica-financeira da proposta, nem de relegar a plano inferior s indagação dialética para checar a consistência do projeto. Mas se trata de sair do comodismo, do marasmo, da estagnação, com frases feitas, de dizer que já que houver tentativas iguais no passado e que fracassaram, que agora não é o momento, porque aqui é diferente, aqui é muito difícil, e outras desculpas parecidas. Como diz Lulu Santos, em sua música Tempos Modernos, de 1982:               Eu vejo um novo começo de era               De gente fina, elegante e sincera               Com habilidade               Pra dizer mais sim do que Não, não, não. Por mais pessoas do porque sim. Josadak Marçola #gestaodemudancas #positividade

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No final das contas, o que realmente vale a pena?

Estava numa reunião de aposentadoria compulsória do CEO de uma grande empresa de bens capital, aos 70 anos, e sua fala final chamou muita atenção. Apesar de uma carreira de sucesso, desenvolvida em empresas brasileiras e multinacionais de grande, com diversos projetos de diferentes naturezas e de êxito comprovado, dois pontos traziam grande satisfação a ele. Primeiro ponto. Reduzir drasticamente o número de acidentes de uma empresa metal mecânica de São Bernardo, participante como diretor Industrial de reuniões de trabalho com CIPA, pois a vida do colaborador e ser humano é o mais importe. Segundo ponto. Promover o crescimento pessoal e profissional de toda equipe de trabalho, citando que a grande maioria dos diretores e gerentes daquela sala começaram com ele como estagiários ou trainees. Diante disso, não foram citados aspectos referentes a aumento de lucratividade, participação de mercado, projetos de fusão, aquisição, joint venture, novas tecnologias, entre outros. No final das contas, o que realmente vale a pena são resultados orientados a preservação, manutenção e melhoria das condições de vida e de evolução das pessoas. E os profissionais de ótimo desempenho são bons no que é essencialmente humano. Josadak Marçola #viabilidade

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