Josadak Marçola

Gestor – Você só dá valor e contrata pessoas com Estilo de Gestão iguais ao teu?

Inicio dos anos 90, eu era um supervisor de produção, e juntos com meus pares, participamos de mais um treinamento gerencial. Mais um curso. E tanto trabalho para fazer na fábrica. Olhá lá o P – Produtor falando. Daqui a pouco você vai saber o que é isso. Mas foi um treinamento muito válido. Até hoje lembro, faço a releitura, gosto e estudo o autor desse método – Dr. Ichak Adizes. Adizes criou um modelo que define os estilos de gestão. Eles são caracterizados por 4 papeis (P – Produtor, A – Administrador, E – Empreendedor e I – Integrador). ·       P = Produtor – gostam de produzir, de estar sempre ocupados e entregar resultados. ·       A = Administrador –sentem prazer de organizar, e gostam de regras, sistemas e procedimentos. ·       E = Empreendedor –criam e desenvolvem ideias sobre o que produzir no futuro. Gostam do risco e são energéticos e entusiásticos. ·       I – Integrador – aproximam pessoas e ajudam que se sintam envolvidas. Gosta de promover contato entre pessoas ou resolver os conflitos? Imagina se uma empresa somente com perfil do tipo: ·       Um grande projeto de um importante cliente está atrasado, e chamamos os profissionais com perfil Produtor (P) para mitigar e/ou eliminar atraso. Ele consegue, mas sabe-se lá a que custo, e depois é preciso juntar todos os cacos espalhados pelo chão. ·       Temos excelentes profissionais com perfil Administrador (A), ele sabe quando a empresa irá a falência e qual o valor do passivo, mas não tem energia para mudar a situação. ·       Somente Empreeendedores (E), sabem que devemos estar do outro lado do rio daqui há dois anos, mas não se preocupam se será a nado, de barco, a jet-sky, ponte, etc, e já estão pensando em outros projetos sem efetivar este. ·       Ou somente Integradores (I), preocupadas com a comunicação, com reuniões, em promover encontros, escutar os funcionários, e por aí afora Uma combinação dos quatro estilo compõe o perfil de qualquer profissional. Não há combinação certa ou errada. Também, ninguém tem a plena e constante excelência nos 4 perfis. Geralmente dois perfis são maiúsculos e dois perfis são minúsculos, por exemplo PAei ou pAeI. Geralmente, valorizamos pessoas iguais a nós, com mesmos pensamentos, crenças, valores e visão de mundo. Porém, precisamos valorizar o diferente, o contraditório, a indagação dialética, completar a equipe com habilidades distintas. Josadak Marçola #gestor #gestao #estilodegestao

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O Paradoxo da Simplicidade e Efeito Beijo

Na semana passada estava em uma empresa industrial auxiliando a implantação de um ERP de mercado, e na reunião relativa ao módulo de Planejamento da Produção e Gerenciamento de Materiais, discutíamos sobre aspectos pertinentes a parametrização e configuração do software e elaboração de alguns relatórios sintéticos e analíticos. Tratava-se de um time multidisciplinar – engenheiros, analistas de sistemas, administradores, contadores, tanto por parte da consultoria da software house quanto da empresas cliente, quando dois termos relevantes e complementares entre si, vieram a mesa: Kiss Effect e Paradoxo da Simplicidade. O KISS EFFECT, que de forma suave e adaptada escrevo que é KEEP IT SIMPLE, SMART (ao invés de STUPID), ou seja se for esperto deixe o projeto, processo ou atividade simples, porque caso contrário, será custosa, demorada e terá vida curta, pois cliente-usuário deixará de utilizá-la em virtude da dificuldade de uso. E aqui, um pequeno adendo, aproveitando o termo simplicidade, a sequência deve ser sempre: 1 – simplificar / 2 -padronizar / 3 – sistematizar / 4 – informatizar, ou seja, a informatização deve ser o ultimo passo, sob o risco de automatizar algo que está ruim. E quem projeta o produto, processo e sistema (designers), devem ter em mente que o desenvolvimento é feito uma vez só – sem considerar as melhorias e subsequentes revisões – e o uso será por longo tempo, reiteradamente. É aqui encontra-se o paradoxo. Não pode ser fácil para quem desenvolve, no sentido de entregar o mais rápido possível para cliente-usuário, e difícil para quem irá usá-lo de for frequente. O foco está sempre no uso. Se não tem uso não tem valor. Josadak Marçola #simplificar #simplicidade #kisseffect

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Vamos comprar. Não pelo ROI. Mas por nossos funcionários

Após cinco dias de trabalho para viabilizarmos técnica-operacional -financeiramente a venda de um projeto de programação da produção para uma grande companhia de acessórios elétricos-eletrônicos do interior do Estado de São Paulo, preparamos uma apresentação final solução para a empresa. Nessa apresentação, que contava com diretor-presidente (proprietário) e alguns gerentes, foi apresentada o passo-a-passo da implementação, grau de aderência, mudança da forma de trabalho, integração do software com o ERP, e para finalizar foi mostrado os resultados espertados para companhia, em termos de aumento de pontualidade, diminuição do inventário, aumento da utilização da capacidade instalada, ROI e pay-back. Após apresentação, o presidente disse: “Nós vamos comprar. Vamos comprar não somente pelo retorno sobre investimento e payback demostrado no relatório final. O nosso resultado operacional já é muito bom. Mas vamos comprar pelos nossos funcionários. Isso porque nossos colaboradores se desgastam demais no dia-a-dia para trazer esse resultado para companhia. Precisamos continuamente trazer melhores condições de trabalho aos nossos funcionários” Todo e qualquer negócio sempre tem a dimensão HUMANA. Cuide das pessoas que elas cuidam do seu negócio. Josadak Marçola

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Você é uma pessoa do Porque SIM?

Sim. Até parece resposta de criança. Porque sim. Mas a reflexão aqui é porque sim dar andamento a uma ação. A lembrança vem do final da década de 2000, quando foi contratado para trabalhar numa empresa fabricante de implementos agrícolas em situação concordatária, e fazíamos reunião de produção toda a terça-feira à tarde, do corpo gerencial com nosso diretor industrial. Numa dessas reuniões surgiu a seguinte frase. “PRECISAMOS DE MAIS PESSOAS DO PORQUE SIM” Porque sim fazer o projeto. Porque sim mudar o layout. Porque sim mudar o processo de pintura. Porque sim implantar um ERP. Porque sim implantar Banco de Horas. Não se trata de ser inconsequente, fútil e nem deixar de efetuar análise de viabilidade técnica-operacional-econômica-financeira da proposta, nem de relegar a plano inferior s indagação dialética para checar a consistência do projeto. Mas se trata de sair do comodismo, do marasmo, da estagnação, com frases feitas, de dizer que já que houver tentativas iguais no passado e que fracassaram, que agora não é o momento, porque aqui é diferente, aqui é muito difícil, e outras desculpas parecidas. Como diz Lulu Santos, em sua música Tempos Modernos, de 1982:               Eu vejo um novo começo de era               De gente fina, elegante e sincera               Com habilidade               Pra dizer mais sim do que Não, não, não. Por mais pessoas do porque sim. Josadak Marçola #gestaodemudancas #positividade

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Elegância no mundo corporativo, e no chão-de-fábrica

Quando se fala em elegância, a falsa crença logo traz a mente roupas chiques, vestimentas caras, sapatos de marca, joias raras e acessórios belíssimos. Mas elegância, em qualquer lugar, e principalmente no mundo corporativo é muito mais que isso. Como engenheiro de produção, trabalhei a maior parte de minha vida profissional em empresas metalúrgicas, com processos produtivos pesados, com ruídos e insalubridade como caldeiraria, tratamento superficial, pintura, fundição, entre outros. E tive a graça de encontrar muitos encarregados, supervisores e gerentes de produção extremamente elegantes, por mais impróprio ou paradoxal que possa parecer,em virtude do ambiente onde isso ocorria. Mas um chefe, em especial, permanece em minha lembrança. Era Supervisor de Produção de Tratamento Térmico. Um engenheiro de 55 anos, tecnicamente muito bem qualificado, que resolveu diversos problemas de processo na empresa. E, somado a isso, era extremamente simples e educado com todos, tratava a todos do mesmo modo, desde a faxineira até ao diretor industrial, com fala firme, mas calma e serena, roupas adequadas ao ambiente fabril e comportamento exemplar, sem fofocas e gritos e berros. Recordo-me, de sempre, cumprimentar a todos, levantar-se para buscar seu próprio café, chamar a faxineira para atender o telefone, muitas vezes almoçar com seus funcionários ao invés dos seus pares, ser um chefe discreto e on the ball no chão de fábrica quanto a situação requeria São gestos simples, diários, rotineiros, que não requerem custo algum, e que trazem elegância, gentiliza e o lado bom da humanização para as empresas, que de bojo ganham mais competitividade. Josadak Marçola

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Coloque a Estrutura Organizacional da empresa para funcionar

O desenho organizacional da empresa deve ser posto em uso, deve funcionar, nas atividades do dia-a-dia. Os casos abaixo, são dois exemplos complementares desta frase. Caso 1 – anos 90, eu trabalhava como supervisor de produção em uma empresa metal mecânica do interior do Estado de São Paulo, e uma série de paralisações e movimentos grevistas ocorriam de tempos em tempos. Numa dessas ocasião o Gerente de RH pediu que nosso Diretor Industrial para participar de uma reunião com Sindicato dos Metalúrgicos, por solicitação dos sindicalistas. Lembro-me do Diretor dizer “se eu for a reunião tenho pode ser que tenha que tomar a decisão no momento e sem poder argumentar que precisamos obter aprovação do nosso superior hierárquico. Você deve comparecer a reunião”. A estrutura organizacional deve funcionar. Caso 2 – anos 2010, eu atuava com consultor numa empresa de bens de capital, e o atual CEO sucedeu o proprietário da companhia, que assumiu o cargo de presidente do Conselho de Administração. Porém, os diretores e gerentes da empresa, por cultura e costume, rotineiramente recorriam ao proprietário para aconselhar-se das decisões, muitas vezes contradizendo o atual CEO. Recordo do CEO interagir com firmeza com presidente do Conselho afirmando “você é meu chefe e dono da empresa, mas eu sou o atual presidente da empresa, e a responsabilidade sobre resultados da empresa é minha. Qualquer recomendação peço que seja dada inicialmente a mim para unificarmos discurso e prática, pois situação atual está trazendo muito ruídos na gestão. De novo, coloque a estrutura organizacional da empresa para funcionar. Josadak Marçola #estruturaorganizacional #organograma

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No final das contas, o que realmente vale a pena?

Estava numa reunião de aposentadoria compulsória do CEO de uma grande empresa de bens capital, aos 70 anos, e sua fala final chamou muita atenção. Apesar de uma carreira de sucesso, desenvolvida em empresas brasileiras e multinacionais de grande, com diversos projetos de diferentes naturezas e de êxito comprovado, dois pontos traziam grande satisfação a ele. Primeiro ponto. Reduzir drasticamente o número de acidentes de uma empresa metal mecânica de São Bernardo, participante como diretor Industrial de reuniões de trabalho com CIPA, pois a vida do colaborador e ser humano é o mais importe. Segundo ponto. Promover o crescimento pessoal e profissional de toda equipe de trabalho, citando que a grande maioria dos diretores e gerentes daquela sala começaram com ele como estagiários ou trainees. Diante disso, não foram citados aspectos referentes a aumento de lucratividade, participação de mercado, projetos de fusão, aquisição, joint venture, novas tecnologias, entre outros. No final das contas, o que realmente vale a pena são resultados orientados a preservação, manutenção e melhoria das condições de vida e de evolução das pessoas. E os profissionais de ótimo desempenho são bons no que é essencialmente humano. Josadak Marçola #viabilidade

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Urgência não é data!

Estes dias estava em alguns clientes realizando trabalhos de consultoria, e como de costume prefiro ficar alocado junto com os funcionários, no setor/departamento no qual realizo o projeto. Penso ser mais adequado, pois facilita a comunicação, traz aproximação com a equipe, tomo conhecimento na fonte da forma de atuação, problemas existentes, forma de atuação de cada colaborador, entre outros. Em vários clientes, uma palavra me chamou atenção; “urgente”. Tudo era urgente. Cadastro do item, recebimento da matéria prima, término da pintura, conclusão da montagem, e assim por diante. Isso, além da ênfase – “mas é urgente, viu”! Logo, lembrei-me de uma frase de gerente no início da minha carreira como engenheiro de produção: “Urgência não é data”. E não é mesmo Urgência é estado temporário motivado por uma situação que exige uma intervenção imediata, sem adiamento e transferência. Esse termo, usado comumente na área médica, jurídica ou em casos de acidentes, desastres ambientais, entre outros, tem diso utilizado de maneira indiscriminada em ambientes industriais, atingindo patamar de plena banalização. Isso conduz a uma situação onde tudo é URGENTE. Logo, o urgente já não é suficiente para caracterizar uma ação imediata. Outros termos são criados: “MAIS QUE URGENTE” e URGÊNCIA URGENTÍSSIMA. Ás vezes, a criatividade avança, e utiliza-se de tarja vermelha, assinatura do gerente, folha de diferentes cores branca, rosa, vermelha … De repente, o sistema é regido por diferentes Classes de URGENTE. E URGÊNCIA não é data. Se 3 pedidos são urgentes, qual executar primeiro? Josadak Marçola #datadeentrega #duedate #aprazamento

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Bloco K Otimizado – Elemento Estruturante 4: Roteiro de Fabricação

O roteiro de fabricação, também denominado de plano macro do processo de fabricação, é um documento que determina a sequência tecnológica de operações a ser executada no ambiente fabril para transformar a matéria-prima e componentes em itens semi manufaturados e produtos acabados. O desenvolvimento de um plano de processo inicia-se a partir de um desenho de produto. Com as informações do projeto, o técnico de processos enumera as operações do plano macro, quer fazendo pelo (1) Método Convencional ou (2) Método Assistido por Computador (CAPP – Computer Aided Process Planning). É a base para se realizar o planejamento da produção e serve como referência à produção . Engendra a ligação entre projeto do produto (cadastro do item – lista de materiais – desenhos) e o o chão de fábrica (Ordens de Produção – Apontamento – Almoxarifados). Neste fato reside a grande PODER do ROTEIRO DE FABRICAÇÃO, que de mãos dadas com a LISTA DE MATERIAIS transformam-se numa DUPLA IMBATÍVEL que promovem integração e simplificação das funções e dos processos de negócios longitudinais no chão de fábrica. Tanto a lista de materiais produtiva (MBOM – Manufacturing Bill of Material) quanto o roteiro de fabricação devem ser arquitetados para: reduzir processo de apontamento de mão de obra / máquina. simplificar processo de requisição de materiais / baixa de materiais. promover ligação entre almoxarifados (entrada – matéria-prima / saída – componentes ou entrada – componentes / saída – produto acabado). viabilizar apuração do inventário em processo de forma mais rápida e segregada por área. facilitar análise de carga versus capacidade, tanto na área fabril (RCCP – Rough Cut Capacity Planning) quanto na máquina (Capacity Requirement Planning). facilitar implantação de ferramentas de programação (APS – Advanced Planning and Scheduling). simplificar obtenção do OEE / OLE / GE por grupo de máquinas. Além de atender as exigências do Bloco K, compulsoriamente fixada pelo Fisco, a estruturação adequada dos roteiros de fabricação torna factível a utilização plena de outros elementos estruturantes como requisição de material, inventário, apontamento da produção, controle das ordens de produção, entre outros. Ganhos indiretos e cumulativos advindos de uma gestão de operações eficiente ocorrerão, por longo período, induzindo a necessidade de evolução em outras áreas. Melhorias geram melhorias. Um círculo virtuoso tende a firmar-se. Apesar de haver um aumento na complexidade dos sistemas produtivos, a solução sempre deve conter como pilar o binômio Integração e Simplicidade. Pense nisso nos projetos futuros. Josadak Marçola #blocok #roteirodefabricacao

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Bloco K Otimizado – Elemento Estruturante 3: Hierarquia dos Recursos Produtivos

á escrevemos brevemente sobre (1) Cadastro de Materiais e (2) Lista de Materiais, ou seja, falamos dos recursos transformados, aqueles recursos materiais (matéria-prima, componentes e insumos) que se modificam durante o processo produtivo, transformando-se num Produto Acabado e direcionados ao cliente final. Hoje é a vez da Hierarquia do Recursos Produtivos. São Recursos Produtivos Transformadores, ou seja, recursos que permanecem no chão de fábrica para atender demanda futuras por longo intervalo de tempo. Para esse texto, iremos considerar os Recursos Produtivos como sendo as Máquinas Operatrizes, Bancadas de Trabalho e Centros de Trabalhos. Como os recursos produtivos transformadores possuem um vínculo entre si, vínculo esse formado por tipo de processo executado (corte / dobra / torneamento / pintura / montagem / etc) ou por item-produto que agrega valor de transformação física (eixo / mancal / trator / colheitadeira / etc), é mandatório que se elabore uma hierarquia de autoridade baseada nos níveis de agregação. Deste modo, em uma hierarquia de quatro níveis, uma determinada Unidade Fabril hipotética pode ser formada por: Mini-fábricas ou fábricas autônomas; Áreas fabris ou células de fabricação; Grupos de máquinas; Máquinas operatrizes ou centros de trabalho. Após ser feito a arquitetura da Hierarquia dos Recursos Produtivos, desde a mini-fabrica até o recurso único propriamente dito, deve se desenvolver um Sistema de Classificação e Codificação (SCC) para identificação desses recursos. Códigos simples, com duas faixas (string), do tipo policódigo, com caracteres numéricos ou alfa-numéricos são recomendados. Por exemplo: TVP001 – Torno Vertical Pesado 1003 – Montagem Mecânica Bancada de Trabalho 3 Existem outros formatos de codificação, mas será exposto com maior profundidade em outro texto. Dando sequência, e promovendo Integração, esses centros de trabalho devem ser cadastrados no ERP da companhia, com seu respectivo código e tag, feito a sua ligação de subordinação com níveis superiores, criado Centro de Custo para mini-fábrica e áreas fabris, e calculado / cadastrado taxa-hora do recurso. Essa Hierarquia de Recursos Produtivos auxilia sobremaneira no Planejamento e Controle da Carga versus Capacidade, nos três níveis de capacidade (RRP – Resource Requirements Planning / RCCP – Rough Cut Capacity Planning / CRP – Capacity Requirements Planning), na programação das atividades, controle de chão de fabrica e indicadores de desempenho fabril. Agora, promovendo a Gestão Visual, é necessário gerar as plaquetas de identificação, fixar essas plaquetas nas máquinas operatrizes e centro de trabalho, de frente para corredor, para que sejam visíveis e auxiliem na movimentação de materiais durante o processo produtivo. Aproveitando o ensejo, já que que estamos falando de movimentação de materiais e áreas fabris, é salutar abordar o assunto de macro layout. Cada área fabril deve ter delimitado e identificado setores de recebimento (entrada) e expedição (saída) de itens. Esses setores desempenham o papel de depósito intermediários, facilitam logística interna e controle do inventário. A estrutura está desenhada. O layout fabril, composto por recursos produtivos transformadores alocados nas células de fabricação existentes, hierarquizados e codificados, será posto em marcha através das ordens de produção, geradas a partir de uma demanda comercial, e com um roteiro de fabricação determinado pela Engenharia Industrial, e sua respectiva lista de materiais, determinada pela Engenharia do Produto. Note que além de atender o Bloco K, que constitui-se no livro eletrônico de Registro de Controle da Produção e do Estoque, através da ordens de produção, de transitam por recursos produtivos transformadores das áreas fabris, consumindo insumos requeridos pela lista de materiais, e existente no almoxarifado da empresa, o alicerce para gestão de recursos materiais, humanos, de máquinas e equipamentos está construído. Transmute. Aproveite a compulsoriedade do Bloco K. Transforme-a numa oportunidade de melhoria de gestão das operações. No próximo artigo falaremos sobre o 4o elemento – Roteiro de Fabricação. Josadak Marçola #blocok #hierarquiadosrecursosprodutivos #recursosprodutivos #cadastrodosrecursosprodutivos

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Bloco K Otimizado – Elemento Estruturante 2: Lista de Materiais

Vamos falar hoje da Lista de Materiais (Bill of Materials – BOM). Na horizontal, a sigla BOM traz uma mensagem positiva, e na vertical, ao ser transformada numa acrostico, numa mensagem poética. Se existe um documento importante nas empresas manufatureiras, este documento é a Lista de Materiais. Isso porque a lista de materiais flui por quase todos os departamentos da companhia, desde a Fase de Orçamento, passando pela Engenharia do Produto, Engenharia Industrial, Engenharia da Qualidade, PCP, Suprimentos, Produção, Almoxarifado, Custos, Expedição, entre outros. Como tem um fluxo longitudinal e é utilizada por muitos departamentos em suas atividades diárias e transacionais, a lista de materiais é um elemento chave para simplificar os processos de negócios e promover integração direta entre essas funções de negócio complementares. A Lista de Materiais é uma lista que identifica e descreve todos os componentes – matérias-primas, subcomponentes, componentes, subconjuntos e conjuntos intermediários, necessários para fabricar um Produto Acabado. Estão descritos nesta lista de materiais multinível: nível estrutural (Pai – Filho), código da peça, descrição resumida do item, quantidade, unidade de medida. A lista de materiais é elaborada pela Engenharia do Produto, sendo denominada de e-BOM, ou seja, Engineering Bill of Material, representando o modo pelo qual o produto foi projetado, oriundo de software CAD, como AutoDesk Inventor, Solid Works, AutoCAD, Catia PLM. Geralmente não são considerados aspectos referentes à vendas, planejamento, fabricação, custo, expedição do produto. Prevalece a ótica de necessidade do departamento de projeto baseado em Engenharia Reversa, e formação de conjuntos, subconjuntos e peças. Ocorre que na grande maioria das empresas, a lista de materiais é do tipo explosiva, apresentam muitos níveis horizontais e verticais. Já trabalhei em empresas de bens de capital, cuja lista de materiais apresentavam mais de 10 níveis estruturais – como em fornos industriais – e mais de 30 mil linhas na lista- como em caldeiras de geração. Fato correlato acorre com aviões, máquinas operatrizes, máquinas agroindustriais, implementos agrícolas, etc. Quando essa lista de materiais é cadastrada nos ERPs, e posteriormente feito a explosão do MRP (Material Requirements Planning), são abertas uma enorme quantidade de Ordem de Produção (OPs), com geralmente uma operação fabril, e com esta operação apresentando pequeno tempo de processamento. Esse fato traz grande dificuldade, complexidade e custos para as tarefas de liberação (dispatching) das ordens de produção, programação da produção e principalmente no apontamento da produção e movimentação de materiais no chão de fábrica. Não é nada operacional, efetuar-se o apontamento de tempos e evolução do material no tempo, quando se encontra esse cenário: elevada quantidade de Ordens de Produção, poucas operações na Ordem de Produção, tempo diminuto por operação, apontamento semiautomático ou manual, alta frequência de abertura e encerramento de operações, entre outros. Impossível ter-se um apontamento adequado, eficiente e fidedigno. A solução é ter outras visões da Lista de Materiais. Deve-se transformar a visão inicial e mandatória da E-BOM. É necessário ter a visão da Lista de Materiais de Manufatura (M-BOM), da Lista de Materiais de Planejamento, da Lista de Materiais de Expedição, Lista de Materiais de Custo, etc. Deste modo, na Lista de Materiais de Manufatura (M-BOM), por exemplo, é possível reduzir significativamente o número de ordens de produção, utilizando-se de agrupamento e legendamento: Agrupamento por tipo de material e desenvolvimento de lista de corte; Agrupamento por tipo de material e desenvolvimento de lista de dobra; Agrupamento para processos de pintura, tratamento térmico e tratamento superficial. Legendamento de itens fantasmas (phanton item), notadamente em subconjuntos de nível 1 e de nível 2 no processo de caldeiraria e montagem Assim, ao desenvolver múltiplas visões da lista de materiais, balizada pela lista de materiais da engenharia (dona do produto), e contemplando características do produto, do processo de fabricação, do parque fabril, do layout e necessidade de informações para atender os requisitos organizacionais da companhia, é possível simplificar o modelo de gestão de operações. Além de atender as exigências do Bloco K, compulsoriamente fixada pelo Fisco, estes novos formatos de saída da lista de materiais, tornam factível a utilização plena de outros elementos estruturantes como roteiro de fabricação, baixa de material, inventário, e apontamento da produção. Nos próximos artigos abordaremos estes pontos. Josadak Marçola #blocok #listademateriais #billofmaterial

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Bloco K Otimizado – Elemento Estruturante 1: Cadastro do Item

Vamos falar hoje sobre o Cadastro do Item. De modo representativo ocupa a pole position dos elementos estruturantes contidos no Bloco K. Lembro-me, no início da minha carreira profissional, quando era integrante do time de implantação de um renomado ERP numa companhia multinacional, que a consultora sênior da software house lembrava-nos sempre “Cadastro do Item é a Mãe do Menino Jesus. É Nossa Senhora. Trate com atenção e carinho”. Deste modo, tudo começa pelo cadastro do item. Para o Bloco K também. Para atender os requisitos de prestar informações mensais da produção, consumo de insumos e do estoque escriturado, todos os itens movimentados e estocados devem ter um cadastro, num banco de dados único e centralizado. O Bloco K requer 12 campos de identificação para cada item, como código, descrição, unidade de medida de estoque, código de barras, NCM, Alíquota de ICMS, entre outros, sendo que nem todos são obrigatórios. Note que são poucos campos, se compararmos com Cadastro de itens nos ERP´s – SAP R3 (cerca de 300), SAP B1 (cerca de 150), Totvs Protheus (aproximadamente 200), e demais ERP´s – Oracle Application, JDE, Peoplesoft, Datasul, etc, que seguem a mesma linha. Isso porque, no ERP tudo passa cadastro de itens. É no cadastro de itens que estão configuradas e/ou parametrizadas as regras de negócio e as opções de processamento que executarão as atividades transacionais e/ou gerenciais da empresa. Por exemplo: definir os fatores de conversão das unidades de medida, item a item, para solicitação, compra, armazenagem e consumo – tubos, barras, e cantoneiras, são solicitas em barras, compradas por kilo, armazenadas em metro e consumida em milímetros; grupos, subgrupos, famílias – de produto e material para análise de compra, estoque, venda, carga de fábrica por linha de produto, etc. definir formas de baixa do material – manual, backflush, super backflush definir estratégia de resposta a demanda – fazer para estoque (MTS) ou fazer para ordem (MTO) tamanho de lote, ponto de pedido, estoque de segurança, lead time, etc endereçamento, critério de separação, controle de lote,  entre diversas outras citações. Trazendo luz para a importância do cadastro de itens, todo trabalho de elaboração do Padrão Descritivo de Itens (PDI), com seus atributos (features), que auxiliam sobremaneira na gestão das operações, taxionomia (classificação dos itens), sistema de codificação dos itens (SCC), saneamento de banco de dados, passa pelo processo de Cadastro de Itens. Este processo de negócio existe em toda e qualquer empresa, independente do porte ou segmento, e é entrada dos demais processos de negócio da companhia.  Porém, sua completude e qualidade é relegada a um plano inferior. Que ter uma gestão de Operações eficiente? Invista no cadastro de itens. Não relegue este processo para segundo plano. Josadak Marçola #blocok #cadastrodoitem

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Bloco K – Faça para sua empresa e não somente para o Fisco!

Atualmente, tem havido uma Corrida Maluca dos estabelecimentos, notadamente os estabelecimentos industriais para efetuar mensalmente a entrega do Bloco K, e desta forma atender as exigências da Receita Federal. Corrida similar a que ocorreu com ISO 9000, no início dos anos 90, SAP R3 no final da década de 90, Manufatura Enxuta final de 2010, Indústria 4.0 nos dias atuais. Para implantação completa do Bloco K, incorporando todas as empresas industriais e atacadistas, o Fisco elaborou um cronograma paulatino baseado em faixas decrescente de faturamento e divisões e grupos do CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) O denominado Bloco K é uma das partes de informação do SPED FISCAL ICMS/IPI, e constitui-se no livro eletrônico de Registro de Controle da Produção e do Estoque, onde ocorre a escrituração dos documentos fiscais e documentos internos do estabelecimento, relativos às entradas, saídas, produção e estoques das mercadorias. Com o Bloco K, o Fisco tem o objetivo de reduzir o nível de sonegação nos estabelecimentos, identificando facilmente as operações fraudulentas. O Bloco K requer sete elementos: 1.     Cadastro do item. 2.     Cadastro da Estrutura do Produto. 3.     Controle de estoque. 4.     Controle de movimentação. 5.     Controle de ordens de produção. 6.     Requisição de materiais. 7.     Remessas para industrialização. Se aliado a esses fatores, acrescentássemos (8) Hierarquia dos Recursos Produtivos (HRP), (9) Roteiro de Fabricação e (10) Apontamento da Produção, todos com elevada qualidade e acuracidade, teríamos todos os fundamentos e elementos para uma gestão profissional e eficiente da empresa, independente da obrigatoriedade do Bloco K. Propiciaria a utilização plena da ERP da companhia, rodada do MRP, operacionalização das políticas de materiais, uso do MRP II, formação correta do custo, melhor pontualidade, redução do inventário, minimização do slow moving, melhor controle, maior visibilidade, etc. Não enxergue o Bloco K como uma ameaça, mas como uma oportunidade de melhoria dos processos de negócio da empresa e do grau de maturidade da gestão dacompanhia. Já que é para fazer faça para sua empresa. Ela merece. Não faça somente para atender a compulsoriedade do Fisco. E já que é para fazer faça com excelência. Josadak Marçola #blocok

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A insuperável Força da Simplicidade

O valor de uma ideia, projeto, produto, sistema, solução está no seu USO. Agregar valor significa facilitar a vida do cliente, quer seja cliente externo ou interno. Neste caso – facilitar o uso – MENOS É MAIS. Menos processo, menos recurso, menos tempo, menos dinheiro e mais uso. Facilitar está diretamente relacionado com simplificar. Quanto mais simples, mais fácil, melhor. Existem diversas frases, poemas e textos, um mais belo que que o outro, abordando a BELEZA da SIMPLICIDADE, e a sua relação com a FELICIDADE. Existem novas teorias que têm como tema o verbo DESCOMPLICAR. Assim há Gestão Descomplicada, Logística Descomplicada, Manufatura Descomplicada, Engenharia Descomplicada, entre outros. Efetuando a aplicação dos termos com Gestão, nas suas múltiplas aplicações e dimensões, que tal realizar uma breve reflexão, e de modo análogo ao KAIZEN (Melhoria Contínua) – que ao invés limpar, prefere manter limpo – em vez de descomplicar, simplificar. Parece um jogo de palavras, eufemismo, mas não é. O ponto central é começar certo. Usar simplicidade como diretriz de qualquer ação. Como valor que direciona os projetos, processos e atividades. Voltando a Gestão, porque não trocar a palavra beleza por força. Lógico que há uma mobilização ampla no sentido de trazer espiritualidade a empresa, introjetar paulatinamente gentileza nas corporações e tornar o sistema de trabalho mais colaborativo. É isso é bom. Porém força – utilizada neste texto no sentido físico e positivo da palavra – denota energia e ação, coloca a simplicidade em movimento em toda estrutura organizacional da companhia. Uma empresa não sobrevive a várias revoluções. É similar a um ser humano que sofre várias cirurgias de grande porte. Pode ficar parcial e temporariamente debilitado. Logo, é amplamente evoluir de forma paulatina, dia a dia, em pequenos incrementos. Isso é melhoria contínua. Hoje melhor do ontem. Amanhã melhor do que hoje. Porém nenhuma melhoria contínua se sustenta, caso não haja PADRONIZAÇÃO. Dispende-se um grande esforço (projeto) perdido logo na sequência (processo). Portanto padronizar é preciso. Mas, e sempre tem um mas, antes de padronizar, é necessário SIMPLIFICAR. Caso contrário, haverá a padronização de processos, atividades e tarefas que não foram desenhadas adequadamente para facilitar a vida do usuário e/ou cliente, e o resultado não será satisfatório. Neste sentido, as empresas precisam resgatar a força da simplicidade. É um termo insuperável para tornar as empresas mais competitivas, produtivas, sustentáveis, com clima organizacional melhor, entre diversos outros pontos qualitativos. Com uma pequena adaptação do termo KISS EFFECT, para torna-lo mais simpático, sejamos espertos (SMART), conservemos (KEEP) as coisas (IT) simples (SIMPLE). Escolha o que é simples e necessário. Isso é simplicidade. Josadak Marçola #simplificar #simplicidade #kisseffect

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Clube de Corrida de Rua e Gestão Empresarial – tudo a ver!

Sempre gostei de praticar esportes: futebol, basquete, voleibol, handebol. Até os 50 anos jogava futebol regularmente. Mas chegou um momento que estava me lesionando muito, jogando mais verbalmente do que fisicamente e maior parte dos meus amigos haviam pendurado a chuteira. Decidi parar também. Não tinha mais aquela alegria de antigamente. O ciclo encerrou. Comecei a correr. Inicialmente sozinho, sem orientação profissional. De maneira simplista e simplória pensava que um tênis – que não era apropriado para corridas, um calção, uma camiseta, com ruas e parques para serem percorridos e desbravados eram suficientes. Corria 2 a 3 vezes na semana. Um certo dia, o clube do qual sou sócio, formou um Clube da Corrida. Num primeiro momento fiquei relutante em ingressar. Passou pela minha cabeça horários, regras, treinos, percursos pré-definidos, competição, tudo que eu não queria. Mas optei por entrar. Decidi verificar no gemba (local verdadeiro onde as coisas ocorrem) como seria o desenrolar das atividades. E fui conhecer o novo. Não o novo esporte, mas o novo método, a nova equipe, o novo espaço. O diferente. Pensei – nem melhor nem pior, mas diferente. Como saber sem tentar! Para minha grata surpresa, foi uma decisão muito acertada que tomei, assim como fazer aulas de dança, e sair para dançar com minha mulher, e praticar medição. Literalmente saindo da caixa para aumentar a criatividade. Estas atividades ajudam-me demasiadamente na minha vida profissional, tanto na academia, como professor universitário, como nas empresas, como executivo e gerente de projetos. Este auxílio se faz presente não só na parte física, emocional e psicológica, mas principalmente na dimensão gerencial, tanto de planejamento estratégico e operacional, definição de objetivos e métodos, formação, motivação e retenção do time, acompanhamento, feedback, entre outros, que relatarei brevemente nos tópicos abaixo. As correlações diretas entre clube da corrida (da qual faço parte) e gestão são explícitas. Convido-os a refletirem em vossas organizações os pontos citados abaixo: Diversidade – o time é formado por pessoas heterogêneas – faixa etária, sexo, atuação profissional, disponibilidade de horários, entre outros aspectos, tendo em comum somente o amor pela corrida. Diversidade é um valor. Muitas empresas inserem essa palavra no conjunto de valores da companhia, mas aplicar e lidar cotidianamente com a diversidade é complexo. Objetivos e Metas – os objetivos e as metas desses amigos corredores são totalmente distintos. Apesar de haver desdobramento de objetivos e metas, metas crucialmente importantes (MCI), entre outros conceitos. conflitos departamentais e interesses individuais, notadamente na alta gerência existem, além da comunicação não levar essas informações para os níveis inferiores do organograma. Liderança – é importante que o treinador lidere positivamente a equipe, respeitando os objetivos, metas e limites de cada corredor amador, desafiando-os de forma paulatina no tempo e formando um ambiente organizacional alegre e motivador, de maneira muito profissional. Liderar não é fácil mas é extremamente necessário. No cenário atual, e nos clubes de corrida, o líder servidor, aquele que inspira a equipe, serve aos seus comandados, que conquista a confiança e o respeito do grupo, assume a responsabilidade, entre outros pontos, enquadra-se muito bem. Técnica, Processo, Planejamento, Medição e Controle – eu achava que sabia correr, mas que nada. Não tinha técnica alguma. A forma de treinar, e a rotina de treinos que eu praticava era totalmente equivocada. Neste sentido, assim como nas empresas, é importante que haja um profissional qualificado para aplicar as técnicas corretas para cada tipo de corredor, definir formalmente os processos de negócio e planejamento dos treinamentos, além de promover a medição, monitoramento e controle desse processo. Valorize a formação. Nada mais prático do que uma boa teoria. É muito mais positivo, em todas as esferas e dimensões, ter profissionais de nível técnico adequado para executar as atividades. Saí melhor, mais bonito, mais barato e mais rápido. Disciplina – Mesmo com todo o amadorismo presente, é necessário disciplina, para manter a regularidade, presença, frequência e cumprimento dos treinos estipulados, para evitar lesões, que ocasionarão interrupção da atividade – e isso é muito desalentador – assim como melhorar de forma incremental o resultado e estado físico de conclusão da prova (temos que terminar a prova bem, temos que retornar para casa bem). Não vale o mesmo para nosso trabalho? Colaboração – somos seres humanos, e sobrevivemos porque somos uma espécie colaborativa. Nesse clube da corrida não ocorre competição. Os amigos se ajudam – quer seja nos treinos ou nas corridas, como por exemplos diminuindo o somos seres humanos, e sobrevivemos porque somos uma espécie colaborativa. Nesse clube da corrida não ocorre competição. Os amigos se ajudam – quer seja nos treinos ou nas corridas, como por exemplo, diminuindo passo para correr junto, ou abandonando a corrida quando um amigo sente-se mal e desiste da corrida. Não esta na hora de repensar o modelo e as crenças errôneas das empresas, de promover a competição, até internamente entre os departamentos com intuito de obter promoção ou PLR, para um modelo mais colaborativo, onde ao final todos ganham? Comunicação – além da grande interação e comunicação direta existente nos treinos, existe um grupo de whatsapp exclusivo para tratar de assuntos de corrida – textos, eventos, treinos, fotos das provas, etc. Apesar de vivermos na era do conhecimento, com uma vasta gama de ferramentas computacionais, que empresa não tem problema de informação? Celebração – todo último domingo do mês tem um café da manhã com o treinador (similar ao café com diretor ou presidente), após a corrida feita num parque com árvores, flores e lagos (de volta a origem – a natureza). É importante celebrar para promover integração e ganhar energia mental para as próximas atividades. Não requer dinheiro. Requer atitude. Requer compartilhamento. Espírito de pertencimento – todos, indistintamente todos, sem haver a obrigação, comparecem aos treinos e corridas com a camiseta do clube da corrida, demonstrando senso de pertencimento e engajamento neste ambiente onde a missão e os valores estão em perfeita sintonia com que cada membro acredita. As empresas querem efetuar a retenção de talentos, dessa nova geração, não ligada tanto a dinheiro, mas a autonomia, liberdade para criar, etc. Pense neste tópico. Que empresa não gostaria de ter corredores (profissionais) dedicados assim, num ambiente tão

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Explorando o potencial de redução do Custo do Descontrole

Custo é um objetivo universalmente atraente. Todo mundo gosta de preço baixo. se for bom e bonito, então! No varejo, quando existe uma grande fila de pessoas – excluindo-se situações de desabastecimento como a que vivemos recentemente em relação ao combustível – na grande maioria das vezes, trata-se de produtos em promoção, com baixo preço, que em muitas ocasiões são adquiridos mesmo sem haver necessidade premente, mas como estava barato… Já os executivos são aficionados por redução de custo, denominados de Economia (Savings). Reduzir custos, reduzir custos, reduzir custos, ….é um mantra recitado nas empresas – em reuniões, almoços, corredores e cafezinhos. Em muitos casos são feitos quando a empresa está numa situação frágil – competitiva, operacional e financeiramente falando. As dificuldades financeiras de fluxo de caixa são agentes indutoras e protagonistas dessas ações. O ideal é efetuar a redução de custo de forma planejada e gradual, quando a companhia se apresenta saudável em todas as dimensões. Aborda-se custo direto, custo indireto, custo fixo, custo variável, custeio por rateio, custeio por absorção, custeio ABC, entre outras formas. Porém, pouco destaque é dado ao custo do descontrole. Em diversas vezes não são críveis e mensuráveis. Em outras ocasiões não são transparentes. O fato é que muitas empresas não utilizam esse termo e nem sabem do que se trata ou como abordá-lo. Os Custos de Descontrole são consideráveis, retiram competitividade e lucratividade das empresas, trazem stress ao ambiente de trabalho, prejudicam o clima organizacional, ocasionam ruído e desconfiança na comunicação interna e externa. Ao executivo atento, representa uma grande oportunidade de melhoria dos resultados quantitativos e qualitativos, quer seja alimentando de forma integral o EBITDA, quer seja trazendo confiabilidade e robutez aos processos de negócios realizados longitudinalmente na estrutural organizacional da companhia. Alguns exemplos representativos de custos de descontrole: multas por atraso, baixo nível de serviço, excesso de inventário, lotes mal dimensionados, grande quantidade de horas extras, muitas contagens de estoque devido a baixa acurácia do inventário, elevado número de não conformidade, alta obsolescência de itens, constante fracionamento de pedidos, fretes aéreos, quebras de lotes, contratos de serviços desnecessários, entre outros. O controle, assim como o planejamento, a organização e a direção – as 4 funções administrativas –  é essencial para uma boa gestão. Como sempre existem os trade-offs. O controle custa, controle demais é burocrático, falta de controle é caótico, porém o descontrole é muito caro. Trabalhar no controle é trabalhar na prevenção, no exemplo, na busca pela melhoria contínua dos processos de negócio, na orientação firme pelo resultado duradouro, advindos da ação de fechar paulatinamente a torneira desses custos desnecessários para o funcionamento da empresa. Pode ser mais trabalhoso do que reduzir folha de pagamento, salários, benefícios, corte de headcount, treinamentos, entre outros, porém o resultado positivo será gradual, contínuo, duradouro e progressivo, provocando um despertar na consciência de todos os colaboradores. Josadak Marçola #custos

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E por falar em Educação e Empregabilidade…

Rapidamente definindo o termo, empregabilidade é a capacidade de nos mantermos empregados e/ou de encontrarmos empregos com responsabilidades e remuneração superiores. A empregabilidade percorre naturalmente a estrada da educação, profissionalização, capacitação e especialização. Segundo a Unesco, a educação é um conjunto formado por 4 aprenderes: (1) CONHECER – é o saber codificado, ou seja, tudo aquilo que é encontrado nos livros, artigos, revistas e em geral é ensinado pelos professores nas salas de aula.  Habitualmente as pessoas relacionam e delimitam erroneamente a educação com apenas esta prática. (2) FAZER – o conhecimento só apresenta valor quando é aplicado e traz benefícios para a empresa e sociedade. (3) CONVIVER – desenvolvimento do espírito de sociabilização e da capacidade de comunicação, fundamental hoje, quando tudo dependente da parceria. (4) SER – desenvolvimento total do indivíduo – espírito, corpo, responsabilidade, moral e ética. Nascemos para evoluir, aprender e ajudar. Essas capacidades nos trouxeram até aqui. Assim, é necessário aplicarmos continuamente estes 4 aprenderes. Hoje – Amanhã – Depois. Obtenhamos esse saber de forma autodidata, ou via curso presencial, virtual, on the job, em encontros e reuniões. Qualquer lugar e momento propicia-nos a oportunidade de aquisição de conhecimento. Apliquemos esse conhecimento, quer seja na empresa, numa entidade filantrópica, numa organização não governamental, na nossa casa. Afinal o mercado valoriza quem faz, e não quem sabe, ou fala que sabe, ou fala que faz. Envolvamos as pessoas nesse desenvolvimento. Ninguém consegue nada sozinho. Alcançar objetivos e metas de forma colaborativa e principalmente auxiliando outras pessoas é extremamente gratificante. Principalmente quando essas pessoas crescem junto conosco, com os processos e/ou com os projetos. Sejamos bons cidadãos. O sucesso deve ser buscado continuamente, mas sempre respeitando os valores morais e éticos. Como escreveu o apóstolo Paulo “Tudo me é permitido mas nem tudo me convém”. Essa atitude e comportamento traz longevidade a nossa empregabilidade. E nosso nome é nosso maior patrimônio. Josadak Marçola #educacao #empregabilidade

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A hora e a vez da Programação da Produção

Numa época não muito distante, há duas ou três décadas atrás, um garoto que desejasse adquirir um novo par de tênis para ir à escola ou mesmo praticar um esporte não possuía muitas opções – havia de contentar-se em escolher entre o conga (nas cores azul e vermelha), o polivalente kichute – usado tanto para frequentar as aulas como para jogar futebol, muitas vezes com cadarço amarrado na canela ou o seu sucessor, o bamba monobloco branco, também utilizado para ir à escola, as aulas de ginástica e praticar esportes. Atualmente, o processo de escolha de um novo par de tênis é bem mais complexo. Atreva-se a um breve tour pelas lojas de calçados do shopping center – geralmente há uma grande profusão delas. São tantos modelos, cores, formatos, marcas, aplicações, faixas de preços e sistemas de amortecimento que uma confusão imediata se aloja em nossa mente. Qual comprar? Fato similar ocorreu com o pão de forma. Anteriormente havia somente o pão Pullman, que por muito tempo, reinou solitário. Hoje a quantidade de fabricantes é enorme – pesquisa feita pelo Inmetro cita 74 fabricantes. Os mais tradicionais são Pullman, Wickbold, Panco e Seven Boys. Cada fabricante oferece ao mercado consumidor uma variedade de produtos maior ainda (light, integral, de centeio, pão preto, com aveia, musli, 7 grãos, 2 grãos, com casca, sem casca, e demais variações). A situação é análoga para os demais produtos oferecidos aos clientes e consumidores. É fato que a variedade tem crescido exponencialmente. A idéia central é reconhecer cada consumidor como um ser único, com necessidades e desejos distintos. Customização dos produtos e serviços é palavra-chave para obter preferência do cliente. A máxima de Henry Ford “desde que seja Ford e seja preto”, dominante no início do século XX, não é mais válida. A produção em massa baseada em altos volumes e baixa variedade é gradualmente substituída por novos paradigmas de produção – manufatura enxuta, manufatura ágil, manufatura responsiva. Somente custo não é mais suficiente. Somente custo e qualidade já não bastam. Novos critérios surgem. O mercado requer flexibilidade, pontualidade e velocidade. Além disso, o mercado não pede, manda. Manda porque a partir da década de 80 é regido pela demanda, uma vez que há muito mais oferta do que procura, acirrando a competição entre os fabricantes e fornecedores. Este novo cenário exige um novo posicionamento das empresas. Muda-se paulatinamente a estratégia de resposta à demanda. Respeitando a peculiaridades de alguns segmentos produtivos, mas de modo geral, a estratégia de fazer para estoque (Make-to-Stock) e a partir de então atender o cliente, perde força. Como a variedade de produtos finais é elevada não é viável e exequível ter todos os produtos em estoque. A estratégia de fazer para pedido, nas suas múltiplas variantes avança (montar para pedido – ATO, fabricar para pedido – MTO, projetar para pedido – ETO, entre outras). Esse novo ambiente requer fornecimento personalizado, lotes de fabricação reduzidos, baixo nível de estoque (matéria-prima, work-in-process e produto acabado), redução dos lead times, rapidez no atendimento, cumprimento de prazos prometidos e setups mínimos. Essas novas exigências aumentam consideravelmente a complexidade das atividades de Planejamento e Controle da Produção (PCP), notadamente da Programação da Produção, ressaltando ao mesmo tempo sua importância para competitividade das organizações. Voltemos ao caso dos calçados, mais especificamente do tênis. Anteriormente, definir a fabricação de 3, 4 ou 5 modelos de tênis distintos, produzidos para estoque, um bom PCP utilizaria conceitos e técnicas de previsão de vendas, planejamento agregado e plano mestre para obter planos de produção adequados. Atualmente, produzir milhares de tênis distintos, para atender uma enormidade de pedidos de vendas, oriundos de clientes diferentes, com prazos de entrega variados e com muitos itens em cada pedido, mas com uma quantidade pequena de cada item é necessário acrescentar uma nova arma ao arsenal do PCP: a programação da produção. Cabe à programação da produção resgatar o plano mestre de produção e a carteira de pedidos, estruturados de forma agregada e numa unidade de planejamento maior, e gerar um programa de produção detalhado, em base diária, considerando todas as operações e seus respectivos recursos fabris (máquinas, mão-de-obra, dispositivos, ferramentas) para transformar matéria-prima em componentes, e componentes em produto acabado. A programação da produção lida com uma elevada quantidade de variáveis, múltiplas alternativas de programas resultantes e acelerada dinâmica do chão-de-fábrica, com pedidos sendo introduzidos, cancelados, postergados ou antecipados; máquinas operatrizes entrando em manutenção corretiva; atraso de insumos de fornecedores; absenteísmo de operários, entre outros fatores, que colaboram por torná-la uma atividade extremamente complexa. Complexa mas que precisa ser feita, e feita com critérios. Na realidade, quem ativa os recursos fabris existentes no chão-de-fábrica, local onde concentram-se a maior parte dos ativos das empresas de manufatura, é a programação da produção. Ao direcionar, de forma coordenada e sequenciada no tempo, os recursos fabris para realização das operações atinge-se os objetivos de atendimento dos prazos de entrega, diminuição dos estoques e melhor utilização dos recursos. Agora é a hora. Agora é a vez. Invista seus esforços e energia na programação da produção. Um melhor desempenho dessa atividade, crucial no cenário competitivo atual, fará com que seus recursos sejam melhor geridos, proporcionando melhores resultados tanto na diminuição dos custos (horas-extras, inventários, multas por atraso), quanto no aumento do faturamento, fruto de maior pontualidade nas entregas e maior satisfação do cliente. Josadak Marçola #programacaodaproducao #aps

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Política de materiais de itens MRO em Usinas Canavieiras

Nas usinas canavieiras o setor de manutenção desempenha um papel crucial na obtenção de bons índices de lucratividade e rentabilidade. Como trata-se de um processo contínuo, de alto volume de produção, fluxo em linha, qualquer quebra de máquina e/ou equipamento pode interromper totalmente o processo de produção, ocasionando problemas indesejáveis como perda de faturamento, atraso de fornecimento, aumento de custo, ociosidade, entre outros. Geralmente, esse parque fabril é formado por muitas máquinas e equipamentos, oriundos de diferentes fabricantes, com centenas de milhares de componentes, muitos deles suscetíveis a desgastes, que são trocados em intervenções de manutenção preditiva, preventiva e corretiva. Porém, manter todas essas peças em estoques é anti-econômico e muitas vezes pouco operacional. Para responder adequadamente as essas e outras questões correlatas, técnicas de Administração de Materiais para itens de demanda independente, como Classificação ABC, Lote Econômico, Estoque de Segurança, Ponto de Pedido, entre outras, devem ser usadas. Essas técnicas devem ser cruzadas com a criticidade das máquinas – Classificação XYZ, complexidade do fornecimento – Classificação 123, para auxiliar na formulação das Políticas de Materiais de Manutenção (Configuração, Suprimentos, Reposição de Materiais, Operações, Controle e Distribuição). Cabe então uma questão? Quais peças de reposição – que comumente são itens de baixo giro – devem ser mantidas em estoque? Em que quantidade? Em que época do ano? Fatores e parâmetros contidos nessas técnicas devem ser levantados e acompanhados no tempo, como consumo, tempo de reposição, custo, frequência, coeficiente de variação, entre outros, serem calculados e inseridos no ERP da companhia. Para fechar, um sistema de indicadores deve ser considerado para avaliar constantemente a performance. Josadak Marçola #gestaodemateriais #politicademateriais #mro

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Um Sonho…de Valsa, a Valsa e a Vida

Qual é o segredo do produto bombom Sonho de Valsa, ou melhor, desta marca, que teve força suficiente para atravessar diversas gerações, desde 1938, com tradição e a modernidade, mostrando atualidade, renovando permanentemente seu público, sem perder a credibilidade conquistada em décadas de experiência? Ah, vocês devem estar pensando, qual analogia pode ser feita entre sonho, valsa (música), bombom e vida. A sabedoria popular associa o sonho com a vida. Há uma expressão que todos conhecem que diz “sonhar é viver”. Sonhar é o primeiro passo para dar sentido a nossas vidas, descobrir e cumprir nossa missão nesta experiência terrena. Porém não basta somente sonhar. É preciso algo mais. É preciso concretizar os sonhos. Logo, é essencial ser um realizador de sonhos. Tornar real o que é subjetivo. Pequenos ou grandes… exequíveis ou mirabolantes…voltados para nós ou para os outros…todos os sonhos necessitam de uma definição, ou seja, onde começa e onde pretende chegar, ponto de origem e ponto de destino. Em outras palavras, afinal quais são os nossos próximos sonhos? Fazer uma pós-graduação? Fazer mestra e/ou doutorado no exterior? Criar uma organização Não Governamental? Desenvolver um trabalho filantrópico? Mãos-a-obra. Sonhemos. Acreditemos. Tenhamos projetos. Ousemos realizar. Tenhamos determinação. Teremos um problema ou outro, mas valerá a pena. A vida é mais leve, mais suave e doce com música. Engana-se quem pensa que a valsa está fora de moda. Ela é clássica. É tradicional. É eterna. Sempre é utilizada em grandes ocasiões para despertar o lado emocional das pessoas, em festas cheias de glamour, como festas de 15 anos, formaturas e casamentos. O momento da valsa é inesquecível. De maneira similar ao Bombom Sonho de Valsa, cuidemos da marca Você S.A. Administremos a nossa empresa Você S.A., com valores sólidos, duradouros, permanentes. Sonhemos, tracemos metas audaciosas, sem o comprometimento da ética, da confiança, da credibilidade. Devemos reinventar-nos continuamente, aprimorarmo-nos, evoluirmos nas diversas dimensões sem abandonarmos nossos valores. Não caíamos na tentação do sucesso rápido e do lucro fácil. Somente o trabalho sério e constante traz credibilidade a nós, tanto na esfera pessoal e como profissional, a perenidade de nossa empregabilidade no mercado e auxilia na obtenção da paz interior. Josadak Marçola #projetodoproduto #ciclodevida

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